sábado, 2 de julho de 2011

Conhecer Fafe para o amar

Foto de conjunto, em Santa Rita
Há alguns dias, os alunos dos cursos EFA da Escola Secundária de Fafe, acompanhados pelos respectivos professores, percorreram o roteiro camiliano em Fafe.
Tive o privilégio de acompanhar e “guiar” a visita e fiquei surpreendido (ou talvez nem tanto…) pelo facto de diversos alunos, e até docentes, habitando em Fafe, nunca terem ido à Casa do Ermo ou a Santa Rita, ficando assim admirados pelo valor e pela beleza daqueles locais (e de outros que integraram o percurso, e de que daremos conta em futuro post).
Tal facto fez-me voltar a uma verificação antiga, qual seja a de que os fafenses não conhecem verdadeiramente a sua terra, não penetram na sua formosura, nos seus lugares de eleição, nos seus recantos de excelência natural, ou construída.
Muitos de nós vangloriam-se das viagens que fizeram a terras distantes, a locais exóticos, ou orgulham-se de terem visitado os museus de Paris, os monumentos de Madrid ou as catedrais de Varsóvia. O que é estrangeiro é que é bom, ao contrário do que a nossa publicidade tenta fazer acreditar! O que é internacional é que é bonito, atraente, digno de uma visita, para a concretização da qual muitos gastam o que têm e o que não têm, ao que se ouve dizer!
Mas não é isso o que está em causa, porque as finanças de cada um só a cada um dizem respeito. E se deve ou deixa de dever, não é a nós que compete pagar!
O que gostaria de deixar evidenciado nesta crónica é que não se entende que tantos dos que eventualmente nos lêem se ufanam de conhecer mundos e fundos, de terem ido para aqui e para acolá e não conhecem, afinal, a sua terra, o que está à sua volta. Viajam pelos países europeus ou americanos, em busca de emoções e de belezas importantes mas não descobriram ainda, não se sabe porquê, que em seu redor há inúmeros motivos de interesse a desbravar. Demasiados fafenses, por certo, já viajaram pelo mundo mas nunca saíram para fora cá dentro – passe a publicidade – ao encontro do que Fafe tem de singular e de belo e que, seguramente, não se consegue descobrir em outros lugares.
Quantos fafenses já visitaram a Torre Eifell mas nunca foram ver a Central Hidroeléctrica de Santa Rita, uma das mais interessantes montras de equipamentos de produção eléctrica dos primeiros anos do século XX?
Quantos já se deslocaram à Grécia, antes da crise, para descobrir o berço da civilização europeia, mas nunca quiseram saber dos primórdios da civilização fafense, patente nos monumentos megalíticos do norte do concelho, nas antas e nas mamoas, ou na civilização castreja, de que é paradigma o castro de Santo Ovídio, às portas da cidade?

À entrada da Quinta do Ermo, em Paços, falando de Camilo e de Vieira de Castro
Quantos fafenses – não residentes em Arões – já visitaram, por exemplo, a Igreja Românica da freguesia, único monumento nacional do concelho e – segundo os especialistas – um dos mais belos exemplares da arte românica do noroeste português?
Quantos já visitaram o Museu da Imprensa? Ou a Igreja Matriz? Ou o Solar da Luz? Ou as pontes medievais? Ou a memória de Camilo, patente em edifícios e lugares? Ou as magníficas paisagens de Moreira do Rei ou de Várzea Cova, ou os miradouros de São Salvador ou de Santa Marinha? Ou esse espectáculo de recuperação arquitectónica que é a Aldeia do Pontido, em Queimadela?
Muitos não conhecem minimamente a sua terra, mas fazem gala de já terem estado no Morro do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro ou de terem jantado na Quinta Avenida em Nova Iorque.
Todos têm direito, obviamente, a irem onde quiserem, desde que as possibilidades económicas o permitam. Entendo é que, paralelamente, não devemos deixar de conhecer o que está mais próximo de nós. Porque só se ama de verdade o que se conhece. E para gostarmos da nossa terra temos que a conhecer, em profundidade.
O apelo que faço é para que os fafenses comecem a descobrir e a apreciar melhor a sua terra, que tem muitas e muitas fontes de beleza e motivos de interesse. Aproveitem para isso as férias, os feriados, os fins-de-semana, as “pontes” e outras oportunidades de lazer. E sejam felizes!

(Texto publicado na rubrica "Escrita em Dia" do jornal Povo de Fafe, de 01 de Julho de 2011)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

RICHARD TOWERS APRESENTOU LIVROS-OBJECTO NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE FAFE

O autor Richard Towers (pseudónimo do artista e músico Martinho Torres) apresentou na Biblioteca Municipal de Fafe dois livros-objecto, actos criativos editados pela Neoma Produções, editora do próprio escritor. Trata-se de um conceito novo, inovador e diferente, “livros com arte”, produtos com valor acrescentado que estão já no mercado e que o autor se empenha em explicar aos seus leitores, um pouco por todo o país, como aconteceu agora na cidade de Fafe!
Num ambiente intimista, que incluiu a leitura de trechos dos livros, por Carlos Afonso e Artur Coimbra, acompanhado à viola pelo autor-músico Martinho Torres, foi proposta aos presentes uma incursão pelo inovador mundo literário do autor, através de duas obras – Tempo e Reflexos – os seus mais primeiros lançamentos. Nesta abordagem, ficámos também a conhecer melhor o conceito que rege a Neoma Produções, a editora que reinventou o livro, e penetrámos no íntimo processo criativo do autor, ficando a conhecer os segredos por detrás da concepção do livro-relógio e do livro-espelho. Que, além de se lerem, com o maior prazer, são objectos que funcionam: o relógio marca as horas e o espelho reflecte os narcisos que todos somos.
Nas palavras do autor (e editor), ficámos com a convicção de que a diferença que os seus produtos artísticos integram visa fundamentalmente “fugir ao convencional”, aos estereótipos do mundo livreiro.
Richard Towers tem divulgado a sua obra em prestigiados espaços culturais (FNAC’s e livrarias de todo o pais), é candidato a vários prémios de inovação e promete edificar uma carreira ímpar através da sua visão única e original da literatura e do livro. Em Fafe anunciou que já tem mais sete livros escritos e prontos a publicar, mas reconhece que a tarefa de impor o seu produto no mercado é difícil e por isso aproveita todas as oportunidades para o divulgar. Inclusive, projecta deslocar-se à reconhecidíssima Feira de Franckfurt, na Alemanha, onde vai apresentar as suas criações ao universo editorial mundial.
Sendo também músico, tem intenção de voltar a projectos artísticos nessa área, talvez já no próximo ano.
Para já, é um orgulho termos este autor a viver entre nós, e a trabalhar em Fafe, concretamente na freguesia de Travassós.
Foi um prazer participar nesa sessão cultural!

terça-feira, 28 de junho de 2011

O Governo dos "sinais"

O XIX governo constitucional tomou posse a semana passada, para um previsível horizonte temporal de quatro anos, se nada de extraordinário ocorrer entretanto. Como é evidente, nesta altura, não é possível nem avisado formular juízos de valor sobre as políticas que vão ser prosseguidas pelo novo executivo e que ninguém conhece, apesar de haver linhas de eventual actuação futura que não são de modo algum animadoras.
Para já, o que proliferam são os “sinais”, presumivelmente para servir de paradigma aos comportamentos de contenção e austeridade que os tempos actuais exigem. Este começa a ser o governo dos “sinais”.
O primeiro dos “sinais”: a exiguidade do novo governo (apenas 11 ministros, a que acresce o chefe do executivo) e a supressão e/ou concentração de algumas pastas. A primeira questão, a do modelo governamental, é uma supina concessão ao populismo e ao “politicamente correcto”. Afirma-se que um governo curto traduz um “sinal” de poupança, numa altura de aperto económico e de necessidade de combate ao défice. Desculpem, é uma opção simpática, mas que só por demagogia se pode sustentar: não são os ordenados de mais quatro ou cinco ministros que deitam a perder as contas públicas. Pelo contrário: não está provado que um governo com o tamanho de uma equipa de futebol seja mais eficaz, eficiente e obtenha melhor desempenho que um executivo mais equilibrado, mais próximo do que se passa na Europa.
Mais graves, a meu ver, são outras opções. Desde logo, a da concentração de ministérios. Eu não consigo perceber como é que a ministra Assunção Cristas, por exemplo, que considero simpática e dizem competente, pode abarcar adequadamente quatro pastas, que normalmente dão origem a dois ou três ministérios: agricultura, mar, ambiente e ordenamento do território. Só uma supermulher. Ou nem essa… Também não compreendo como é que o ministro da educação também o é do ensino superior e da ciência, áreas com lógicas absolutamente diferentes e não compagináveis. Como não entendo, inversamente, a despromoção da cultura a mera secretaria de estado. Ou até entendo: a direita tem da cultura uma visão meramente instrumental e decorativa, a começar pela sua dependência directa do primeiro-ministro. Nesta lógica distorcida, Guimarães nunca seria uma Capital Europeia da Cultura, nem em 2012 nem em 2020!...
Este o primeiro grande “sinal”, cujos resultados só o futuro ditará, embora, os especialistas, aqui chamados “politólogos”, determinem que “uma equipa pequena pode aumentar o risco de desgoverno”. Mas a política não é, nem nunca foi, uma ciência exacta!...
Depois, os pequenos “sinais”. Passos Coelho terá viajado em “classe económica” e acompanhado de uma pequena comitiva para o Conselho Europeu, a meio da semana Sempre para dar o exemplo. Aquilo que seria uma louvável notícia, neste acre tempo de crise, acaba por ser toldada pela informação de que, afinal, no espaço europeu, os governantes viajam quase sempre à borla. Lá se foi o “sinal”!...
Ainda um outro “sinal”, para findar esta crónica. Na cerimónia de tomada de posse, o novo primeiro-ministro anunciou, urbi et orbi, que não nomeará novos governadores civis, locais de colocação habitual de pessoal político-partidário que perde eleições autárquicas ou não “encaixa” em outros lugares mais compatíveis do aparelho de Estado. O pretexto, como sempre, será poupar, o que, novamente, se elogia.
Há, nesta aparente boa nova, dois ou três senões. O primeiro é o de que, afinal de contas, tudo vai continuar na mesmíssima, apenas desertando o pessoal político. O gabinete e o pessoal dos governos civis vão continuar, sob o comando dos secretários, figuras não nomeadas politicamente, por isso fragilizadas e que certamente apenas vão resolver situações de recurso. Em segundo lugar, a extinção dos governos civis, na verdade, aberrações e anacronismos que já não se justificam nos nossos dias, impõe uma alteração da Constituição, que os partidos da direita, em conjunto, não conseguirão ultrapassar. O Partido Socialista terá aí uma palavra a dizer!...
Finalmente, não se entende, como é que os partidos que execram a necessária regionalização, acabam com os governos civis sem cuidar de distribuir as suas tarefas por outros organismos e pelas autarquias, eventualmente, e sem contribuírem para a criação de um patamar de poder político, legitimado eleitoralmente, que faça a ponte entre o poder central e as autarquias locais, o que apenas as regiões administrativas poderão conseguir.
Quanto ao resto, neste organigrama governamental, fico à coca da nomeação de um gestor de empresas para o ministério da saúde, uma área que requer sensibilidade, humanismo e espírito social, que manifestamente não se antevêem. Paulo Macedo é a garantia de que a saúde vai ter de dar lucro, pelo desinvestimento no sector público, pela entrega do sistema à iniciativa privada. Os mais ricos vão ter à sua disposição os seguros e as clínicas, como até agora; os mais pobres vão ter o refugo do sistema, as sobras da saúde que não é possível de todo abdicar. O que é preocupante, num país de dois milhões de pobres e centenas de milhar de idosos e reformados de fracos recursos.

(Artigo publicado no jornal Correio do Minho, de 27 de Junho de 2011)

Eduardo Ribeiro apresenta em Guimarães o livro "Insubmissão - Resistência ao Salazarismo"

A Sociedade Martins Sarmento e o autor convidam os leitores a participar no lançamento da obra Insubmissão - Resistência ao Salazarismo (não apaguem a memória), da autoria do antifascista e enorme democrata, Eng. Eduardo Ribeiro, de Guimarães, bem conhecido dos fafenses e nosso amigo, o qual se realiza esta quinta-feira, 30 de Junho, pelas 21h30, no salão nobre daquela instituição cultural vimaranense.
A entrada é livre.
Estaremos lá!

sábado, 25 de junho de 2011

Mar, amor

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Foto da net

 









trouxe nos búzios o mar para ti

deposito, meu amor, nos teus cabelos
a frescura marítima dos beijos e das carícias
e das gaivotas que atravessam
a manhã

em voos sensuais redondos indizíveis
de tamanha plenitude

deixo contigo o sonoro cristal de água
que me bebe em ti
ritmo incontido universo de asas
barcos palavras perigos
deixo contigo a paixão das searas
a fúria incansável de verão
o fogo solar incêndio de mãos
corpos em desalinho lábios frementes
inquietos na investida das ondas
ao encontro dos barcos

meu amor, é teu o mar
e todo o cais que se tece em meu olhar

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Amigo Barroso da Fonte homenageado em Montalegre


Tive a honra de participar, recentemente, na vila de Montalegre, à homenagem que o município prestou ao nosso confrade, amigo e conterrâneo Dr. Barroso da Fonte, colunista nas páginas do Povo de Fafe. Barroso da Fonte foi merecidamente agraciado com a mais alta condecoração municipal, em ouro, pela sua inabalável paixão por tudo o que é barrosão, tendo recebido as palavras mais elogiosas de inúmeras pessoas, de Montalegre e de outras terras (recebeu uma embaixada de Guimarães com mais de uma dezena de amigos…). Estiveram presentes, além dos autarcas locais, o governador civil de Vila Real, o escritor Bento da Cruz, o padre Lourenço Fontes, entre muitas outras personalidades.
No Eco-museu do Barroso, excelente espaço cultural, inaugurou uma exposição dos seus livros, artigos, condecorações, pertences diversos, recolhidos ao longo de uma vida e que anunciou doar ao município, oportunamente.
Quero aqui dizer da minha felicidade por ter testemunhado a alto apreço com que Barroso da Fonte é tido em Montalegre e no país, de onde vieram palavras amigas, justas e solidárias para com um grande homem, um homem bom, aguerrido, lutador integérrimo pelos interesses e ideais em que acredita (dos temas barrosãos a D. Afonso Henriques e aos combatentes do Ultramar).
Autor de meia centena de livros, em prosa e verso, Barroso da Fonte vive em Guimarães, onde exerceu cargos de responsabilidade, entre os quais director da delegação do Porto da comunicação social, vereador a tempo inteiro do pelouro da Cultura do município de Guimarães, director do semanário O Comércio de Guimarães, o mais antigo jornal do distrito de Braga; esteve entre os fundadores da Rádio Santiago; diretor da revista Gil Vicente, do jornal Voz de Guimarães e é, actualmente, director do Poetas & Trovadores com mais de 30 anos de vida. Iniciou-se no jornalismo em 24 de Janeiro de 1953, actividade que pratica ininterruptamente desde essa altura, já lá vão quase 60 anos.
Justa e merecida homenagem a um dos barrosões e transmontanos mais ilustres do país!
Aqui ficam algumas imagens.




Um texto mais circunstanciado e mais fotografias podem ser vistas na página do município de Montalegre, em http://www.cm-montalegre.pt/showNT.php?Id=1487.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Deolinda são a atracção das Festas de Antime, este ano reduzidas a três dias

Deolinda
A antecipação da Marcha Luminosa, para a noite de domingo, é uma das principais novidades das Festas do Concelho em honra de N. Sr.ª de Antime 2011.
Paralelamente irão realizar-se as Festas do Concelho Gastronómicas, que decorrerão nos dias 8, 9 e 10 de Julho, com a participação de 14 restaurantes de Fafe.
O programa foi apresentado pelo presidente da Naturfafe, Vítor Moreira, Director-delegado, António Teixeira Alves e pela Técnica de turismo, Sílvia Fernandes.
Vítor Moreira realçou o carácter solene das festividades e lembrou mais uma vez o sacrifício da autarquia em assumir, através da Naturfafe, as festas do concelho em honra de Nª Sª de Antime, num ano em que, mais do que nunca, é necessário muita contenção nas despesas. Ficou assumido que haverá uma redução orçamental de 30% em relação ao ano passado. “Não podemos gastar mais de 120.000 euros” – disse.
Quanto ao facto de ser antecipada a Marcha Luminosa para a noite de domingo, foi uma opção da direcção, após auscultar opiniões de diversas pessoas, ao longo de diversos anos, permitindo uma melhor gestão das festas e ao mesmo tempo reduzir nos custos finais.
Quanto ao programa festivo, de destacar, na noite de sexta-feira, dia 8, o espectáculo “Uma Canção Para Ti” em que a fafense Margarida Costa e um grupo de Jovens Cantores farão a primeira parte de um Concerto com a presença do “Progeto Aparte”. O dia de sexta-feira termina com a já tradicional Noite de Fados de Coimbra.
Destaque para o dia 09 (sábado) com o concerto musical pelo Grupo “Deolinda”, o da "Parva que eu sou" e para a Marcha Luminosa que este ano tem lugar na noite de domingo.

Programa das Festas 2011:

07 de Julho (Quinta-feira)

21H30 – Inauguração das Iluminações

08 de Julho (Sexta-feira)
21H00 – Encontro de Coros (Igreja Nova)
21H30 – Espectáculo Margarida Costa/Jovens Cantores "Uma canção para Ti"
23H00 – Espectáculo Musical com Progeto Aparte
00H00 – Fados de Coimbra

9 de Julho (Sábado)

9H30 às 18H00 – Torneio Street Basquete Cidade de Fafe (Torre do Relógio)
10H00 – Bombos na Arcada
10H00/23H00 – Animação de rua com insufláveis (Centro da Cidade)
14H00 – XI Passeio de Cicloturismo “União Desportiva Amigos da Roda de Quinchães” - Grande Prémio Ciclismo
21H00 – Desfile dos Ranchos participantes na Mostra de Folclore (Centro da Cidade)
21H00 – Encontro de Coros (Igreja Nova)
21H30 – XVII Mostra de Folclore de Fafe (Praça 25 de Abril)
22H00 – Espectáculo Musical com o grupo "Deolinda” (Praça Mártires do Fascismo)
24H00 – Águas Dançantes – Espectáculo de água, musica, Luz, e Pirotecnia (Praça Mártires do Fascismo)

10 de Julho (Domingo)

10H00 – Procissão de Nossa Senhora das Dores (Saída de Fafe em Direcção a Antime)
10H00 – Procissão de Nossa Senhora da Misericórdia (saída de Antime em direcção a Fafe)
10H30 – Encontro das duas procissões na Ponte de S. José (após a reunião das duas procissões, seguem rumo a Fafe - Igreja Nova)
10H00/ 19H00 – Animação de rua com insufláveis (Centro da Cidade)
11H30 – Chegada da Procissão à Câmara Municipal (Largada de Pombos – Sessão de Fogo)
12H00 – Chegada da Procissão à Igreja Nova (Missa Solene)
15H00 às 19H00 – Desfile e Concerto das Bandas Filarmónicas de Golães e Revelhe (centro da cidade)
18H00 – Regresso da Procissão de Nossa Senhora da Misericórdia (Saída da Igreja Nova em direcção a Antime)
18H30 – Cerimónia do Adeus (Horto) com largada de balões
21H00 – Desfile e Concerto das Bandas Filarmónicas de Golães e Revelhe (Centro Cidade)
23H00 – Fogo de Artifício – Centro da Cidade
23H15 – Marcha Luminosa – Encerramento das festas