segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Concerto "Viagens – memórias da emigração" na Casa da Cultura de Fafe esta quinta-feira

A Kairos – Produções Culturais, em parceria com o Município de Fafe e o Museu das Migrações e das Comunidades, apresenta, esta quinta-feira, dia 22 de Setembro, pelas 21h30, na Casa Municipal de Cultura (Museu das Migrações e das Comunidades e auditório municipal), o concerto “Viagens – memórias da emigração”.
Inserida no âmbito do ciclo “outros palcos – pequenos, mas grandes concertos”, trata-se de uma viagem concerto pelos caminhos da emigração, conduzida por elementos que marcaram a nossa história. A ponte sonora a esses lugares é o acordeão de Cristiano Martins e, em participação especial, a voz de Celina Tavares.


Fafe volta a aderir ao Dia Europeu sem Carros (22 de Setembro)

O Município de Fafe volta a aderir este ano ao Dia Europeu Sem Carros, que decorre no próximo dia 22 de Setembro (quinta-feira), no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade.
Na Cidade sem o meu carro” é o lema da iniciativa que decorrerá ao longo do dia e visa retirar os automóveis do centro urbano, sensibilizando os cidadãos para a utilização de meios alternativos de deslocação.
Visando proporcionar uma mobilidade sustentável e amiga do ambiente, a autarquia disponibiliza o circuito de Transportes Urbanos (Linhas Vermelha e Azul) inteiramente gratuito, para que os fafenses possam aceder calmamente ao centro da cidade
Entre as 07h00 da manhã e as 20h00, as principais artérias do centro urbano estarão interditas ao trânsito (Zona Sem Trânsito Automóvel), com excepção de situações de emergência ou transportes públicos colectivos.

O centro da cidade é nesse dia devolvido aos peões. As zonas mais centrais vão servir para passear, andar de bicicleta, trotineta, patins, ou veículos não poluentes.
Entretanto, ao longo do dia vão ser levadas a cabo diversas actividades lúdicas, com o apoio de diferentes entidades e associações.
Existirão bicicletas e carros de pedal da Escola de Trânsito, insufláveis, circuito de bicicleta conciliado na Prevenção Rodoviária, exemplificação de primeiros socorros, desportos de ar livre, slide e escalada em torre, orientação, cavalos para baptismo de cavaleiros, “cycling” e outras actividades lúdicas.
As actividades estão abertas a todo o público que nelas queira participar.

domingo, 18 de setembro de 2011

(Re)lançamento da obra Major Miguel Ferreira em Antime: galeria fotográfica

Sábado à noite, na sede da Junta de Freguesia de Antime, juntaram-se algumas dezenas de amigos para ouvir falar do Major Miguel Ferreira, um homem de bem, um homem de carácter, íntegro, vertical, republicano indefectível, democrata sem mácula, lutador ao longo de toda a vida em favor da democracia e da liberdade.
Agradeço a todos os que quiseram aparecer e fico imensamente grato à presidente da Junta de Antime por ter organizado uma sessão interessante, que contou com a abertura da jovem saxofonista Liliana Pereira (o seu par, e pai, não pôde aparecer) e o encerramento do excelente Coral de Antime, sob a competente regência do maestro Aníbal Marinho.
Dos convidados que não quiseram aparecer, não reza a história.
Aqui ficam algumas imagens, com a assinatura do estimado colaborador e grande amigo Manuel Meira Correia.








sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Obra sobre o Major Miguel Ferreira (re)lançada em Antime este sábado à noite


A segunda edição, revista e aumentada, da minha obra Major Miguel Ferreira – Uma Lição de Liberdade, do historiador Artur Ferreira Coimbra, vai ser apresentada na sede da Junta de Freguesia de Antime, este sábado, 17 de Setembro, a partir das 21h30.
Promovem a sessão a Câmara de Fafe e a Junta de Freguesia de Antime.
A abrir o evento, regista-se um momento musical com a participação dos músicos Jorge Oliveira Freitas (clarinete) e Liliana Freitas Pereira (saxofone). A sessão será encerrada pelo Coral de Antime.
Sendo a mesma, esta é uma obra diferente, mais rica de conteúdo e de informação, sendo acrescentada com mais meia centena de páginas.
Com o recurso a mais funda investigação e à leitura da preciosa imprensa local, o autor conseguiu ampliar consideravelmente os capítulos da vida de Miguel Ferreira, sobretudo o relativo ao período da 1ª República (1910-1926).
Indefectível republicano, Miguel Ferreira integrou a Carbonária, onde chegou a fabricar bombas, para colaborar na destruição do regime monárquico. Foi membro da comissão municipal republicana ainda no tempo da monarquia. Logo após o 5 de Outubro, foi Vereador da Câmara de Fafe e depois presidente do Senado Municipal, em 1914.
No quadro do tempo republicano, exerceu por duas vezes o cargo de deputado ao Parlamento, primeiro entre 1911 (em que foi constituinte…) e 1915 e depois entre 1919 e 1921.
Entretanto, foi voluntarioso combatente na Flandres, no final da 1ª Grande Guerra Mundial. De igual forma, foi Comandante da GNR por mais de uma vez e Governador Civil nos meses finais da 1ª República, além de Comandante do regimento de infantaria 20.
Instaurada a ditadura, manteve-se o Major Miguel Ferreira na primeira linha do combate para a restauração das liberdades.
Como resistente, participou activamente na primeira revolta contra a Ditadura Militar (3 de Fevereiro de 1927) e consequentemente, como tantos outros combatentes, foi obrigado ao exílio por alguns anos.
Miguel Ferreira participou depois nos grandes momentos da resistência ao Estado Novo, sendo líder distrital do Movimento de Unidade Democrática (1945-1948) e das campanhas para a Presidência da República do General Norton de Matos, em 1949 e do General Humberto Delgado, em 1958, ano em que foi objecto de uma grandiosa e merecida homenagem nacional, em Braga, a propósito dos seu 80º aniversário.

No ano seguinte, teve a coragem de ser o primeiro subscritor do manifesto “Aos portugueses”, vulgarmente apelidado de “Vai-te embora António”, em que mais de duzentos resistentes tiveram a audácia de pedir a demissão do ditador Oliveira Salazar, sujeitando-se às maiores punições, o que não veio a acontecer, por razões de que se fala na obra.
Ilustrada com inúmeras fotografias da época e recortes da imprensa local e nacional, Major Miguel Ferreira – Uma Lição de Liberdade, estende-se por 168 páginas e inclui depoimentos, vindos da edição inicial, de conhecidos resistentes ao fascismo, como Mário Soares, Maria Miquelina Summavielle, Victor de Sá e Armando Bacelar, entre outros.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

“Feitiço da Lua”: exposição de pintura de Sandra Novais na Galeria Municipal de Fafe

A jovem artista fafense Sandra Novais vai expor individualmente na Galeria Municipal de Fafe (Casa da Cultura), entre os dias 16 e 30 de Setembro.
A abertura da exposição, designada “Feitiço da Lua”, ocorre esta sexta-feira pelas 21h30, mantendo-se patente no horário habitual.
De seu nome completo Sandra Manuela Rodrigues Novais e funcionária da autarquia, nascida em 1980, frequentou aulas de iniciação à pintura com a pintora Delzimar Teixeira e o Curso Livre de Pintura na ESAP (Escola Superior Artística do Porto - Extensão de Guimarães).

Exposições Colectivas:
- XVIII Mostra de Artes Plásticas de Fafe em 2005;
- XIX Mostra de Artes Plásticas de Fafe em 2006;
- XX Mostra de Artes Plásticas de Fafe em 2007;
- XXI Mostra de Artes Plásticas de Fafe em 2008;
- XXII Mostra de Artes Plásticas de Fafe em 2009.
- XXIII Mostra de Artes Plásticas de Fafe em 2010;
- XXIV Mostra de Artes Plásticas de Fafe em 2011.

Exposição Individual:
- Café H7 em Agosto de 2008.

Está representada em colecções particulares.





Escreveu para o catálogo:

“Feitiço da Lua” é o título da minha II mostra de pintura individual, onde a beleza e feminilidade da Mulher se funde com o mistério e a magia da Lua.
Através de traços e cores assumidos como integrantes tridimensionais de um espaço construído, a pintura em acrílico e/ou técnica mista são utilizadas nas silhuetas muito femininas da Mulher onde nos trabalhos apresentados se funde a natureza apaixonante e cíclica da mulher. Mulher esta que inspira poetas, boémios, músicos, intelectuais, cientistas e a própria mulher, que se vê mergulhada num universo extremamente particular, onde a sensibilidade, a maternidade e a necessidade de acolher, configuram a esse exemplar feminino um toque mais que subtil: UM TOQUE MUITO ESPECIAL e MÁGICO.
A natureza da mulher é cíclica e bem separada dos seus desejos pessoais e ela experimenta a vida através dessa natureza sempre inconstante. As mudanças mais marcantes do seu comportamento acontecem em relação aos seus sentimentos. Tudo pode estar promissor e alegre em certo momento, mas passado pouco tempo poderá estar melancólico e deprimente. Desta forma, a sua percepção subjectiva da vida é projectada para o mundo exterior e a mulher pode sentir a mudança cíclica como uma qualidade da própria vida.
A pintura em spray é uma das técnicas mais predominantes nesta mostra, onde retrata a Lua e o seu Universo envolvente. A Lua que tem uma especial afinidade com a Mulher e com tudo que é feminino. Para a mulher, porém, a Lua tem um significado especial.
Desde tempos remotos a Lua provoca na humanidade um sentimento de mistério, dúvida, magia, e como tal, ainda há quem a considere divina. Se tivermos dúvidas quanto a esta realidade basta olhar para a natureza, para as marés, onde o nosso satélite tem um papel preponderante.
Diz a ciência que a Lua é a principal responsável pelos efeitos de maré que ocorrem na Terra, que exalta e aumenta as águas dos mares. As marés do Oceano seguem o fluxo e refluxo das suas fases.  A Lua, Deusa-Mulher com as suas fases marca os ciclos da Mulher. O nosso corpo, composto por cerca de 70% de água, responde também ao chamado da Lua. Está comprovado que durante a fase de Lua Cheia, as emoções e os sentimentos humanos se exaltam, ocorre uma ionização na atmosfera, e assim como nos mares, a água presente no nosso corpo responde a essa mudança. Muitas pessoas pensam que se trata de um mito infundado ou supersticioso mas a verdade é outra: o nosso corpo e emoções são influenciados. O Calendário Lunar é como um relógio. O mundo exterior é cíclico e cada fase representa uma nova energia através das fases da Lua.
Tal como á Mulher se assemelha as fases cíclicas da Lua, a sua energia cresce e brilha esplendorosa.

Sandra Novais




Contactos:

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

As histórias do grande escritor brasileiro João Ubaldo, neto do fafense João Ribeiro

A revista Pública, deste domingo, pela pena da jornalista Isabel Coutinho, dedica algumas páginas ao grande escritor brasileiro João Ubaldo Ribeiro, considerado o mais escritor vivo do Brasil.
Com 70 anos, Prémio Camões de 2008, autor de êxitos editoriais como Viva o Povo Brasileiro e A Casa dos Budas Ditosos, Ubaldo Ribeiro é neto do fafense João Ribeiro. Desconhecendo-se a freguesia de que é natural, João Ribeiro abalou para a cidade de Penedo, Estado de Alagoas, no Brasil, nos primeiros anos do século XX, meio deportado pela família, porque engravidara uma vizinha solteira numa das aldeias do concelho e que chegou a gerente de uma fábrica têxtil, pertencente a uns portugueses amigos da família. Por lá ficou. Na sua herança (felizmente) contamos com o nome famoso de João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro, nascido na ilha de Itaparica, na Baía, em 23 de Janeiro de 1941, filho primogénito de Maria Felipa Osório Pimentel e Manoel Ribeiro (filho do João Ribeiro, com toda a certeza).
Uma reportagem a ler, com o mais elevado interesse.
No meu livro Dicionário dos Fafenses (2ª edição), pode ser encontrada uma biografia mais alongada de João Ubaldo Ribeiro, um descendente ilustre de fafenses (pp. 113-114).
Vamos então à reportagem da Pública:





Viva o Povo Brasileiro é porventura a obra maior de João Ubaldo Ribeiro

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Actividades culturais em Fafe neste mês de Setembro

Pintura de Sandra Novais
Dia 16 – Artes Plásticas
Abertura da exposição de pintura de Sandra Novais, sob o título “Feitiço da Lua”.
Patente até 30 de Setembro, no horário habitual.
Galeria Municipal de Fafe, às 21h30

Dia 17 – Letras
(Re)apresentação da obra Major Miguel Ferreira – Uma Lição de Liberdade (2ª edição, Câmara Municipal de Fafe), de Artur Ferreira Coimbra
Abertura musical: Jorge Oliveira Freitas (clarinete) e Liliana Freitas Pereira (saxofone)
Encerramento: Coral de Antime
Sede da Junta de Freguesia de Antime, às 21h30

Capa da obra de Artur Coimbra
Dia 22 – Música
“Viagens – memórias da emigração
Com Cristiano Martins (acordeão) e participação especial de Celina Tavares (voz)
Promoção: Kairos – Produções Culturais, em parceria com o Município de Fafe e o Museu das Migrações e das Comunidades
Casa Municipal de Cultura (Museu das Migrações e das Comunidades e Auditório), às 21h30

Dia 23 - Letras
Apresentação da obra A Reabilitação como Processo de Preservação Cultural e Patrimonial: A herança arquitectónica e urbana da cidade de Fafe, do jovem arquitecto fafense António Póvoas (edição Kairos – Edições Culturais)
A obra será apresentada pelo Professor Jorge Correia, da Escola de Arquitectura da Universidade do Minho.
Biblioteca Municipal de Fafe,
às 21h30


Capa da obra de António Póvoas

Dia 24 – Letras
Apresentação da obra Esvoaços 2, de Acácio Almeida
Palavras introdutórias de Artur Coimbra
Biblioteca Municipal, às 15h30

Capa da obra de Acácio Almeida

Dias 26 a 30 – Semana do Idoso
26 - Aula de Hidroginástica – 9h00 às 10h00 – Piscina Municipal
27 – Exibição do filme E O TEMPO PASSOU – 14h30 – Sala Manoel de Oliveira
28 -Piquenique Sénior – 11h00 às 17h00 – Monte de Santo Ovídio
29 - Teatro – 14h30 – Teatro Cinema
30 - Aula de Ginástica Sénior – 10h30 às 11h30 – Praça 25 de Abril