quarta-feira, 4 de abril de 2012

Benfica afastado da “Champions” pelas arbitragens!


Deixem-me ser clubista, como hoje tenho obrigação de ser: o SL Benfica acaba de ser afastado das meias-finais da Liga dos Campeões por duas arbitragens miseráveis, tendenciosas, incompetentes, como nem em Portugal conseguem ser! E ainda criticamos os árbitros caseiros!...
No Estádio das Luz, há oito dias, um penalti do tamanho das leis do futebol que não foi assinalado, por um árbitro que tinha interesse em que nas meias-finais estivesse o Chelsea.
E hoje a dose repetiu-se, a dobrar: desde o primeiro apito, uma dose criminosa de cartões amarelos só para um lado, o do Benfica; uma expulsão forçada, logo aos 20 m; um penalti duvidoso e forçado, que deu o primeiro golo aos ingleses. Um campo inclinado, sem dúvida!...
Ou seja, a UEFA de Platini (por isso, nas bancadas, se gritou o seu nome, tão insistente quanto não inocentemente…) e os árbitros haviam decidido que, contra o Barcelona, tinha de jogar o Chelsea, não a mais gloriosa equipa desse pequeno país chamado Portugal. É isso que está em causa.
O Benfica foi roubado inescrupulosamente nos dois jogos, tendo de jogar, em ambos os casos, contra a equipa adversária e as equipas de arbitragem.
Porque, francamente, nos dois jogos, ninguém conseguiu perceber que o Chelsea fosse superior ao Benfica, a não ser nos petrodólares do Abrammovich, que foram eles que acabaram por decidir a eliminatória. Os árbitros estiveram, desde o início, em ambos os jogos, condicionados pelo nome do clube inglês e pelo seu patrão, que são quem tem o poder. No campo, não se viu nenhuma superioridade. Antes, ela foi do nosso clube… O Chelsea foi uma equipa banal, vulgar, ao nível de um Marítimo ou de uma Académica, em ambos os desafios.
Não tivesse a “mão” dos senhores do apito e queria ver quem estava hoje a perspectivar os jogos com o Barcelona (torço para que seja o vencedor da “Champions”, sem a mínima dúvida… O seu futebol é de outro planeta!...).
Após estes resultados absolutamente injustos, revoltantemente fabricados (hoje, por uma arbitragem “caseirona”, como convém…), tenho de dar os parabéns à melhor equipa da eliminatória (embora não haja “vitórias morais”). Foi uma equipa forte, personalizada. No caso do jogo de Londres, com o azar de jogar sem os quatro centrais, com uma equipa remendada, adaptada, demonstrando uma classe e uma capacidade de superação só ao alcance dos eleitos.
Estou orgulhoso pela prestação do Benfica nesta eliminatória. Só factores alheios às quatro linhas expulsaram o clube das meias-finais!...
Cada vez me convenço mais, e não ando aqui há meia dúzia de dias: os árbitros (lá, como cá) fazem o que querem e lhes apetece e não lhes acontece nada, mexendo com uma enorme indústria, que envolve milhões de euros. Desvirtuam resultados, inventam penaltis, perdoam penaltis, anulam golos limpos, assinalam foras de jogo que não existem, ou fazem “vista grossa” a outros que até um cego consegue vislumbrar!...
Quer se queira aceitar ou não, e na minha opinião (subjectiva, mas respeitável, como todas, obviamente) os árbitros são as figuras centrais dos jogos, de qualquer modalidade: ganha quem eles quiserem; os seus erros não são (não podem ser) a maioria das vezes involuntários. Porque se o fossem, estaríamos perante ineptos, incompetentes, irresponsáveis que mereciam irradiação, o que nunca aconteceu (a não ser por corrupção, como se sabe…). Logo...

Documentário “Linha Vermelha”: estreia nacional em Fafe em 12 de Abril

No âmbito da sua actividade cinéfila, o Cineclube de Fafe vai exibir, em estreia nacional, o documentário Linha Vermelha de José Filipe Costa, vencedor do Prémio Melhor Filme Português no Festival IndieLisboa 2011. 
A sessão terá lugar na Sala Manoel de Oliveira no próximo dia 12 de Abril (quinta-feira), pelas 21h30.
Este documentário constitui-se como um marcante foco sobre um período Revolucionário Português importante, mostrando um pouco mais sobre o lado da Revolução dos Cravos.
Em 1975, o Alemão Thomas Harlam realizou o Documentário Torre Bela que retratava a ocupação de uma Herdade do Ribatejo, a Herdade do Duque de Lafões. Este filme veio a tornar-se um ícone importante no processo revolucionário Português.
Linha Vermelha, por sua vez, revisita esses mesmos protagonistas 37 anos depois, mostrando como Torre Bela continua ainda hoje a marcar a história de um período conturbado no nosso país.
Linha Vermelha pode ajudar-nos a relançar o olhar para um período único de libertação de energia cívica, de consciencialização política e capacidade de mobilização dos Portugueses, tornando-se por isso um filme essencial para o público em geral e para os estudantes em particular, atendendo a que aborda temáticas inseridas nos programas curriculares do Ensino Básico e Secundário.
Linha Vermelha mostra como Torre Bela, num período conturbado do país, continua ainda hoje a marcar a história,dando a conhecer um pouco mais da Revolução dos Cravos.

Créditos:

José Filipe Costa realização
Paulo Menezes, Pedro Pinho, João Ribeiro fotografia
Olivier BlancRicardo Leal, Miguel Cabral, Helena Inverno som
João Braz montagem
Joana Gusmão, Nádia Sales Grade coordenação de montagem
Ana Isabel Strindberg consultadoria
João Matos, José Filipe Costa produção
Goethe Institut apoio
Instituto de Cinema e Audiovisual / Ministério da Cultura apoio financeiro
Co-financiado por RTP
Distribuição Terratreme
DOCUMENTÁRIO | 90MIN. | M/6

terça-feira, 3 de abril de 2012

Santos & Pecadores: grande concerto para escasso público


Realizou-se no pretérito sábado à noite o primeiro concerto do projecto “Justice Fafe Fest – Música com Causas”, no Pavilhão Multiusos, voltado prioritariamente para o público jovem. O espectáculo inicial trouxe ao público fafense, pela primeira vez, os Santos & Pecadores, uma das bandas mais carismáticas do panorama musical nacional.
Apesar desse facto, de ser um dos grupos mais conhecidos da música portuguesa, a fazer a digressão dos 20 anos de carreira, o público (jovem e o outro) arredou-se do concerto, talvez pela simultaneidade do Benfica-Braga, talvez por outras opções, talvez por razões ignoradas. Talvez …
O espectáculo do público era tristemente desolador. Escassas duas centenas de pessoas, se tanto, o que num espaço daqueles era desmotivante. Apesar disso, Olavo Bilac puxou pelas pessoas presentes e levou a cabo um grande concerto, em que revisitou as mais conhecidas canções da banda. Desde a belíssima “Tela”, que abriu e fechou o concerto, a “Leva-me a dançar”, “Momento final”, “Fala-me de amor”, “Não voltarei a ser fiel” e “Quando se perde alguém”, entre outras que estão no imaginário colectivo dos amantes da música portuguesa.
Parabéns sinceros à Alien e ao Paulo Matos pela excelente produção, que obviamente merecia outra resposta do público local (e não só). Mas aí a culpa não é dele. É de quem se alheou de um esplêndido concerto musical, na noite de sábado!


Fotos de Manuel Meira Correia!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Club Fafense reabre: fotos históricas do edifício

O Club Fafense, de tantas e tão antigas tradições, vai ser inaugurado oficialmente no dia 14 do corrente, depois de já ter aberto as portas, informalmente, desde Março passado. Inclusive, por aí passaram alguns dos momentos significativos e emblemáticos, como a chegada do Rei, no âmbito das III Jornadas Literárias.
A sua existência na então Vila de Fafe data já de finais do século XIX. A sua constituição foi formalizada em 14 de Novembro de 1900, no âmbito de uma comissão de pessoas gradas da localidade que integrava João Monteiro Vieira de Casto, José Alves d’Oliveira Bastos, Álvaro Monteiro de Campos, Florêncio Monteiro Vieira de Casto e Luís Augusto da Silva Dourado, entre outros.

Entrevista dos actuais dirigentes do Club Fafense ao semanário Notícias de Fafe
Os estatutos seriam aprovados em 29 de Maio de 1901, com o fim de “desenvolver e cimentar relações de benevolência e boa sociedade entre os associados, proporcionando-lhes passatempo honesto e civilizador, por meio de conferências literárias, reuniões de famílias, conversação, dança, jogos lícitos e outros quaisquer divertimentos de boa sociedade” (art. 2º). Logo em 1 de Julho de 1901, aparece a primeira direcção presidida pelo Dr. Álvaro Lopes da Silveira Pinto.
Homens ilustres da Vila, como os Drs. Maximino de Matos ou António Marques Mendes foram, em diferentes momentos, líderes do Club Fafense.
Aqui ficam algumas imagens históricas do edifício que albergou (e alberga) o clube e que foi construído em 1882 pelo brasileiro António Joaquim Novais Coutinho (1836-1888).






sábado, 31 de março de 2012

Uma cabra no cemitério é mais importante que milhares de pessoas a fruir cultura!...

As III Jornadas Literárias, que culminaram na noite de sábado passado com um inolvidável espectáculo da Academia de Música José Atalaya, envolvendo cerca de três centenas de músicos e de coralistas, após uma tarde camiliana que juntou em Paços umas quantas centenas de fafenses, constituíram, sem sombra de dúvidas e sem receio de julgar em causa própria, um dos acontecimentos culturais maiores da história de Fafe.
Foram duas semanas intensas de actividades culturais que se desenrolaram na cidade, a que se acrescentam os eventos levados a cabo em praticamente todas as freguesias ao longo de um mês, envolvendo as autarquias e as colectividades e instituições locais, num recriar de paixões e de tradições a todos os títulos notável! O momento alto foi o
A cultura espalhou o seu perfume de encanto e magia por todo o concelho. E toda a população a viveu e recriou superiormente. Magistralmente!
O evento movimentou milhares de pessoas, num vasto conjunto de iniciativas, que resultam de uma parceria entre a Câmara Municipal de Fafe e todas as escolas e agrupamentos do concelho, além do movimento associativo e da grande maioria das juntas de freguesia, numa conjugação de esforços de tanta gente e de tantas escolas e instituições do concelho que só nos pode orgulhar. Estas Jornadas fizeram história, indubitavelmente. Pelo número e envolvimento de tanta gente e tantos parceiros, em tantos momentos fantásticos de criação e recriação colectiva.
O momento alto das Jornadas aconteceu na tarde de domingo, 18 de março, quando milhares de pessoas, incluindo 4 mil figurantes, apesar do tempo instável, encheram as ruas da cidade para assistirem ou participarem na recriação da vinda do Rei D. Carlos I a Fafe. Foi um momento vibrante de bairrismo, de esplendor da cultura, de paixão das freguesias pelos seus valores e potencialidades, através de esplêndidas mostras etnográficas. Juntas de freguesia, associações e populares deram vida, cor e conteúdo à memória do que Fafe tem de melhor!
Perante este panorama resta uma absoluta mágoa: a ausência de cobertura mediática das Jornadas, que não correspondeu minimamente à importância social e cultural que granjearam.
Custa a acreditar no estado lastimável da nossa comunicação social, hoje em dia. Um conjunto de eventos com a relevância referida e que os fafenses reconhecem, não mereceu uma única linha de diários como o JN, o DN ou o Público, e até dos regionais, com excepção do Diário do Minho, que cobriu a encenação da vinda do rei. De resto, zero. Televisões, nem vê-las. Até o Porto Canal, que até ao Júlio Magalhães cobria esta região e aparecia na cidade frequentemente, não põe cá os pés!...
É triste e frustrante ter de o admitir. Custa a engolir a pobreza e estreiteza do critério editorial do jornalismo actual, que privilegia o crime, a negatividade, o sangue, o sexo, as taras, o insólito. Uma cabra que entra no cemitério de Fareja, é notícia nos jornais e reportagem nas televisões. Um imbecil que se lembra de atacar a educadora de um jardim-de-infância de Lisboa, por uma brincadeira envolvendo o “pau ao gato” e o nome de um clube da capital, merece parangonas na imprensa e reportagem nas televisões, ouvindo o idiota, que não tem outro nome (aliás, quem lhe dá cobertura mediática também não merece outro designativo). Um acontecimento que congrega milhares de pessoas, como as Jornadas Literárias de Fafe, em torno da cultura, da educação e das tradições, da marca “Fafe dos Brasileiros”, não merece uma só linha. Não tenho pejo em considerar que esta ausência de notícias espelha claramente o estado mental deste país e que é ulceroso. A comunicação social nacional (é dessa que estamos a falar, porque a local vai fazendo o que pode…) nos nossos dias é absolutamente miserável, repugnante, tendo apenas como objectivo o aumento das audiências ou a venda do papel. Apenas lhe interessa o que “vende”, o que dá lucro, o que aumenta os “shares”. O “voyeurismo”, a devassa, os casos de polícia, de política e dos tribunais, a miséria humana, o grotesco, o excêntrico.
O que acaba por não admirar por aí além, embora não seja aceitável: porque a comunicação social oferece o que um país inculto quer beber. Não é essa a sua função, obviamente, porque o jornalismo tem obrigação de ser um instrumento de elevação humana e cultural, e não do seu rebaixamento. Mas todos sabemos que actualmente o que manda são os imperativos económicos, os jogos da bolsa, as acções.
Um país positivo, em que se evidenciam as qualidades e potencialidades dos indivíduos e das comunidades, um país em festa, com as manifestações da sua criatividade, de identidade, de cultura e tradição, não interessa nada para a comunicação social.
Definitivamente o que é bom, belo e positivo não “vende”. Logo, não existe!...

(Publicado no Povo de Fafe desta sexta-feira, 30 de Março, na rubrica "Escrita em Dia")

quinta-feira, 29 de março de 2012

100 Poemas para Albano Martins – antologia a lançar esta sexta-feira no Porto


A nossa editora de afectos, a Labirinto, comete mais uma fantástica proeza editorial com o lançamento da colectânea 100 Poemas para Albano Martins, o qual acontece festivamente na Fundação Eng. António de Almeida, no Porto, esta sexta-feira à noite.
A obra é apresentada pelo ensaísta e escritor Fernando Guimarães e conta com a presença do homenageado, poeta maior das letras portuguesas das últimas décadas.
A obra é coordenada pela escritora Maria do Sameiro Barroso e tem prefácio do maior pensador português da actualidade, Eduardo Lourenço.
Participam poetas portugueses, brasileiros e espanhóis, muitos deles de nomeada (José Manuel Mendes, Manuel Alegre, Ramos Rosa, José Jorge Letria, Ana Luísa Amaral, Fernando Pinto do Amaral, Casimiro de Brito, Rebordão Navarro e tantos outros, que seria fastidioso enumerar. São uma centena!).
Fafe está representado por três poetas: João Ricardo Lopes, Pompeu Miguel Martins e o signatário.
Participo com o poema seguinte, feito expressamente para a antologia, o que muito me honra e desvanece.

Despedida

Já não moro no poema.
Sem hastes, asas, sorrisos,
A água deixou de correr pelas cascatas,
Os violinos não investem
Qualquer música pelos teus olhos
Circulares, infindos, finais

Nem os barcos sequer zarpam
Das noites de te querer
Com todos os beijos no cio

O azul não interroga o céu
Conjugado com as estrelas
Para te escrever na mais luminosa
Das páginas
Torna-se difícil suportar
Esta ausência de estátua
Vertical, cruel, quase eterna

As palavras deixaram de dizer
A fidelidade das bocas
Ao canto das madrugadas
O suave incesto das fontes
Por dentro do teu coração
Em flor, súplica e rio

Não me resta mais que o redondo das uvas
A roda-viva das abelhas
O branco da cal e das almas
Para te compor
Como só o meu passado te consegue
Feliz, solar, cristalina

Quer dizer, absolutamente
divina!


quarta-feira, 28 de março de 2012

Vitorino canta no Teatro-Cinema de Fafe a 14 de Abril no âmbito dos “Concertos Íntimos”

Vitorino
A programação do Teatro-Cinema de Fafe para o mês de Abril é dominada pelo espectáculo do cantor Vitorino, que se realiza no dia 14, a partir das 21h30.
É o segundo espetáculo do projecto “Concertos Íntimos”, que arrancou com a atuação de Áurea em final de Fevereiro.
Os bilhetes (10 euros) para este espetáculo estão à venda no Posto de Turismo, a partir de domingo, 1 de abril.
Falar de Vitorino é falar de um dos maiores cantautores do nosso país. Vitorino tem uma carreira Ímpar, já com mais de 30 obras discográficas editadas.
Foi companheiro de canções de Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Sérgio Godinho; fez parte de projetos como Rio Grande e Lua Extravagante, juntamente com Rui Veloso, Tim, Jorge Palma, Janita Salomé e João Gil.
Vitorino tem cantado pelo mundo com vários projetos a nível internacional em países como Cuba, Argentina, sendo considerado dos cantores portugueses com mais prestígio.
Foi dos poucos artistas a ser condecorado cavaleiro da Ordem da Liberdade por um Presidente da República pelo seu percurso artístico.
Vitorino ficará para sempre na história da música portuguesa.

Músicos:
Piano e teclados – Sérgio Costa
Bateria – Rui Alves
Guitarra – Carlos Salomé
Saxofones – Daniel Salomé


Outros espectáculos em Abril

A programação de Abril prossegue no dia 21, com o XV Concerto de Primavera organizado pelo Grupo Nun’Álvares e que conta com a participação do Coral Santo Condestável (Fafe), Coral Anduriña (Coruxo, Vigo) e Orfeão Egas Moniz (Avanca, Estarreja).
Coral Santo Condestável
Em 24 de Abril, realiza-se o espectáculo “Cantar Abril”, em que serão interpretadas canções de Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Francisco Fanhais, José Mário Branco, Fausto Bordalo Dias e Sérgio Godinho, por um conjunto de músicos liderados pelo fafense Carlos Cunha (Voz e Viola) e que integra ainda Tiago Simões (Orquestração – Teclado), José Silva (Viola Baixo), José Duarte (Viola Solo) e Mário Gonçalves  (Bateria), contando ainda com a colaboração dos convidados Professor Artur Costa (Teclado) e Andreia Oliveira.
Carlos Cunha
De realçar ainda um espectáculo multicultural (teatro e variedades), a 27 de Abril, da iniciativa do Grupo Desportivo e Cultural Leões do Ferro e que tem em vista comemorar o Dia Mundial da Dança.
Finalmente, em 28 e 29, realiza-se o VI Concurso Luso-Espanhol de Guitarra, promovido pela Academia de Música José Atalaya.