segunda-feira, 16 de abril de 2012

Vitorino honrou Fafe que esqueceu Vitorino!

O conhecido cantautor alentejano Vitorino, que comemorou há pouco os seus 35 anos de lides musicais, actuou este sábado à noite no Teatro-Cinema de Fafe, no segundo espectáculo do projecto “Concertos Íntimos”, que arrancou com a actuação de Áurea em final de Fevereiro.
Falar de Vitorino é falar de um dos maiores criadores de canções e intérpretes do nosso país. Vitorino tem uma carreira Ímpar, já com mais de 30 obras discográficas editadas.


Foi companheiro de canções de Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Sérgio Godinho; fez parte de projectos como Rio Grande e Lua Extravagante, juntamente com Rui Veloso, Tim, Jorge Palma, Janita Salomé e João Gil.
Vitorino tem cantado pelo mundo com vários projectos a nível internacional em países como Cuba, Argentina, sendo considerado dos cantores portugueses com mais prestígio.
Foi dos poucos artistas a ser condecorado cavaleiro da Ordem da Liberdade por um Presidente da República pelo seu percurso artístico.
Vitorino ficará para sempre na história da música portuguesa.

Acompanhado ao piano e teclados por Sérgio Costa, à bateria por Rui Alves, à guitarra pelo seu irmão Carlos Salomé e aos saxofones pelo sobrinho Daniel Salomé, Vitorino encantou a plateia da sala fafense com um fantástico espectáculo de mais de uma hora e meia em que revisitou muitas das suas canções, algumas com letras de António Lobo Antunes, outras reinterpretando imortais temas de Zeca Afonso.
Foi uma noite linda, em que se ouviram temas paradigmáticos como “Alentejanas e Amorosas”, “Maria da Fonte”, “Menina estás à janela”, ou “Vou-me embora”, entre muitos outros.

Vitorino esbanjou simpatia, elogiou Fafe, o seu vinho, o seu apego à República, a sua vivência cultural, que o tornam um doce… abrigo!...
Acabou mesmo por fazer aqui a estreia mundial de um novo tema em que retraça a liberdade e a revolta, seus temas de eleição.
Foi uma noite memorável, para quem a ela teve o privilégio de assistir. Infelizmente, foi o menos frequentado dos “concertos íntimos”, sinal de que, afinal de contas, “aqueles – sempre os mesmos – que sempre abarbatam os bilhetes”, ou estavam distraídos, ou estavam de férias ou foram a Coimbra ver a final da Taça da Liga. Ou talvez não. O mais certo é estarem nos cafés da nossa “24 de Julho”, a dizer mal da sua terra, “onde nada se passa, nada acontece”.
E, de facto, para muita gente desta terra, a Terra não se move!...

Na tarde de sexta-feira, como sempre acontece, o cantor esteve disponível para conversar com dezenas de jovens das escolas do nosso concelho, numa aproximação artista-público que não era possível há alguns anos, sem dúvida! Vitorino falou de si, da sua carreira, da sua música, das suas ideias, dos seus valores!
Espectáculo!

Depois, visitou demoradamente na Casa Municipal de Cultura os museus da emigração e da imprensa. Adorou!

Fafe foi no seu coração, não tenhamos a mínima dúvida!
Vitorino: uma imensa simpatia!

Fotos: Manuel Meira Correia

sábado, 14 de abril de 2012

Povo de Fafe festejou 72º aniversário com gala de amizade, companheirismo e cultura!

A "família" dos redactores, colaboradores, correspondentes e premiados do Povo de Fafe
O semanário Povo de Fafe, vindo à luz inicial em Março de 1940, festejou esta sexta-feira à noite, 13 de Abril, no Teatro-Cinema de Fafe, o 72º aniversário da sua fundação.
A gala foi bonita de se ver. Desde logo, pelas mais de duas centenas de amigos, colaboradores, correspondentes, leitores que marcaram presença, num exercício de amizade e sentido de pertença a uma “família” que deve ser valorizado, para além de diferenças ideológicas, políticas ou religiosas.
Depois, pelo vasto e rico programa que se desenvolveu ao longo de mais de duas horas e que começou com três excelentes interpretações musicais da artista Celina Tavares.

Excelente intervenção da cantora fafense Celina Tavares
Seguiu-se a entrega dos Prémios “Os Mais” – Personalidades à reputada pintora Fernanda Aguiar, ao historiador Daniel Bastos, à apresentadora Marta Leite Castro e ao decano dos jornalistas fafenses (e, quem sabe?, nacional ou até mundial), Silvino Moreira, sempre fresco no alto dos seus 96 anos.

A artista plástica Fernanda Aguiar recebe o Prémio "Os Mais" das Artes das mãos de Carlos Afonso
Assistiu-se ainda a uma excelente actuação da Orquestra Juvenil da Banda de Golães, que transformou brilhantemente fados em música filarmónica; à recriação da fundação do jornal, por alunas da Escola Secundária e a uma palestra de Carlos Afonso, luminosa, como sempre, sobre o tema “A Escola e a Comunicação”, em que falou da sua experiência na direcção da revista ConVida e da sua coordenação das jovens “Vozes da Secundária” no suplemento cultural do Povo de Fafe.
Grande actuação da Orquestra Juvenil de Golães
Os Prémios “Os Mais” – Instituições galardoou justamente a União Columbófila Fafense, o Núcleo de Árbitros de Futebol de Fafe, a Escola Profissional de Fafe e a Doçaria de Fornelos.
Finalmente, houve espaço para a entrega de certificados de reconhecimento a todos os colaboradores e correspondentes do “nosso” Povo de Fafe, em mais um momento auspicioso da sua história!
Parabéns ao conceituado órgão de imprensa local e ao seu esforçado e ilustre director, Dr. Ribeiro Cardoso!

O Director do jornal, Dr. Ribeiro Cardoso, encerrou a festa, fazendo as saudações e os agradecimentos da "praxe"

Aproveito para (re)publicar aqui o texto que fiz para a edição de aniversário do jornal, há poucas semanas, com o título:

A coragem do jornalismo

Manter ou criar um jornal, nos dias que correm, mais que uma estratégia de cariz empreendedor, releva de um sentido de risco e de aventura só ao alcance dos mais audazes.
É o que acontece com o vetusto Povo de Fafe, o mais antigo jornal em publicação no município de Fafe, após o desaparecimento do centenário O Desforço, há mais de uma década.
Fundado em 1940, numa conjuntura político-social muito peculiar, no auge do ideário nacionalista e da praxis do Estado Novo, foi vencendo marés e tempestades, organizacionais e financeiras.
Com a Revolução de 25 de Abril e pela mão segura do filho do anterior director, na qual ainda ser mantém, o jornal rumou ideologicamente a águas mais consentâneas com os novos “sinais dos tempos”, como se impunha.
Curiosamente, o Dr. José Manuel Ribeiro Cardoso assume a direcção do semanário há cerca de 38 anos, o que significa que arrostou até agora com mais de metade do percurso vital do Povo de Fafe, que inscreve 72 risonhas primaveras.
Um jornal com mais de sete décadas de existência, premiado justamente pelo Poder Local Democrático e distinguido em permanência pelos favores e preferências dos leitores e anunciantes, é prosseguir uma constante aventura, a expressão de uma dose de saudável loucura, sem a qual não vale a pena estar vivo.
Por isso, na comemoração de mais uma efeméride, saudamos no Dr. Ribeiro Cardoso todo o percurso vivencial do Povo de Fafe, nos seus bons e menos bons momentos, sendo que a História não é para ser julgada, mas compreendida.
Saudamos, no Povo de Fafe, o espaço de abertura, de liberdade, de tolerância, de troca de ideias, de pluralismo, que lhe tem sido característica.
A voz que tem sido das realidades, realizações e anseios do concelho, da cidade e das freguesias, da sua cultura e da sua história.
Por isso nos temos sentido bem nesta família e neste ambiente. E assim continuaremos!
Parabéns por mais este aniversário, na pessoa do ilustre timoneiro!

Fotos de Manuel Meira Correia

João Carlos Lopes expõe fotografias no Tribunal da Relação de Guimarães

O funcionário judicial, artista, jornalista e escritor fafense João Carlos Lopes tem patente até final de Abril no átrio do Tribunal da Relação de Guimarães uma exposição de fotografia, com o título “Gente Simples e Lugares Comuns”, sendo a primeira que faz em termos individuais.
Pode ser visitada até 30 do corrente, no horário 9h00-12h30 e 13h30-16h00.
João Carlos Lopes nasceu em Fafe a 12 de Abril de 1967 e exerceu jornalismo como actividade profissional até ao ano de 1996, altura em que ingressou na carreira de Oficial de Justiça, sendo actualmente funcionário no Ministério Público do Tribunal da Relação de Guimarães.
Foi jornalista profissional no Jornal “Correio de Fafe” e na Rádio Clube de Fafe e tem textos dispersos por vários jornais: foi colaborador desportivo do Jornal “O Primeiro de Janeiro”, correspondente, em Fafe, do Jornal de Notícias, redactor no jornal “Povo de Fafe” e repórter no Jornal “Desportivo de Fafe”, actualmente colabora, na área desportiva, com o “Notícias de Fafe”. Foi ainda cronista no Jornal “O Progresso de Paredes” e tem textos e poemas publicados em jornais fafenses já extintos, como “O Desforço”, “Pontual” e “Intervenção Cepanense”.
Colaborou igualmente em revistas como as “Páginas Verdes”; a revista dos 75 anos da Associação Comercial e Industrial de Fafe; no Boletim Informativo do Hospital de S. José, de Fafe e nas revistas Super Ciclismo; Estádio D. Afonso Henriques e “A Desportiva”, entre outros trabalhos como a colaboração no livro dos 50 anos da AD Fafe.
Venceu, a nível local, o concurso nacional, literário “Descobre a tua Terra”, em 1990; Foi ainda galardoado com o prémio “Os Mais 2005”, instituído pelo “Povo de Fafe” e em 2011 a Câmara Municipal de Fafe distinguiu-o com um galardão na Festa anual do desporto, pelos serviços prestados à comunidade fafense incluindo a que está espalhada pelo mundo, nessa área. Em 2010 entrou para a galeria dos imortais em Fafe, passando o seu nome a constar no Dicionário dos Fafenses.
Na sua actividade literária publicou dois livros: Delfa Jogador Universal, livro que presta homenagem a Delfim Sepúlveda, seu amigo de longa data, cuja carreira futebolística, interrompida por um acidente de viação, sempre acompanhou e Escultor de Palavras. O primeiro é um misto de ficção e realidade e o segundo, integra textos de poesia em prosa.
Sempre se dedicou à fotografia, tanto de reportagem como de lazer, tendo participado numa das Mostras de Artes de Fafe e noutras exposições de menos relevo.


Títulos das fotografias expostas:

1 – Tecto do mundo
2 – Águas puras
3 – Sorriso da Liberdade
4 – Lágrimas naturais
5 – Príncipe encantado
6 – Cor com tempo
7 – Lavando e falando
8 – Pequeno paraíso
9 – Entardecer
10 – Simetria
11 – Voo sincronizado
12 – Movimento natural
13 – Casas com vista
14 – Siameses
15 – Remoinho do amor
16 – Coração Selvagem
17 – Artes ancestrais
18 – Contraste do pensamento
19 – Camuflagem
20 – Dinâmica rural

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Artista fafense Cloé expõe em Guimarães até 25 de Abril


A artista fafense Cloé (Conceição Antunes) está a expor um conjunto das suas obras de pintura na sede das Juntas de Freguesia da Cidade de Guimarães (S. Paio, Oliveira do Castelo e S. Sebastião), no edifício de S. Francisco, naquela cidade.
A abertura da mostra aconteceu em 6 de Abril e vai estar patente até ao Dia da Liberdade, 25 de Abril, estando prevista uma sessão de encerramento a meio da tarde daquele dia (16h30).
A pintora, aproveitou a oportunidade para dar a conhecer a sua faceta de escritora, falando do seu primeiro romance, editado em 2011, com o título A que cheiram as giestas!
Aqui ficam algumas imagens do evento de abertura!






quarta-feira, 11 de abril de 2012

Fantástica exposição de pintura de Alfredo Barros na Galeria Municipal de Fafe (14-30 Abril)



Alfredo Barros, que foi Vereador da Cultura e Educação da Câmara de Matosinhos e é actualmente o Presidente da Assembleia Municipal da mesma cidade, vai expor na Galeria Municipal de Fafe, a partir do próximo sábado, 14 de abril e até 30 do corrente.
A abertura da fantástica exposição - constituída por 23 obras de óleo sobre tela - ocorre pelas 16h00, com a presença do artista e outros convidados.




Licenciado pela Escola de Belas Artes do Porto, onde lecionou durante vários anos, Alfredo Barros exerce presentemente funções docentes na Escola Superior de Arte e Design, que ajudou a fundar, em Matosinhos.
Participou em diversas exposições individuais e coletivas no país e no estrangeiro, nomeadamente em Espanha, França, Itália, Bélgica, USA e outros. Foi distinguido com o prémio Aquisição – Augusto Gomes e ainda o prémio de pintura da Fundação António de Almeida.
Em 2009 foi distinguido com o prémio “CARREIRA” atribuído pela Fundação PROGETTO ATHANOR (Itália) e pela Universidade BINGHAMTOM de Nova Iorque. Esta distinção foi divulgada em artigos críticos sobre a sua obra em diversos jornais italianos.




ARTE PÚBLICA – Prémios atribuídos:
“NORBICETA” apoio de “Sustainble House in Europe” 2005/2008 QUINTA DA BOA VISTA em V. N. de Gaia e PONTE DA PEDRA em Matosinhos, em 2008.
Em 2009 foi distinguido pela revista CAUSAS COMUNS, publicação sobre Habitação e Reabilitação Urbana.
Atualmente encontra-se a concluir um painel de azulejos (75m x 5m) alusivo aos matosinhenses vítimas de naufrágio de 1945 e da Guerra Colonial.
Tem publicado diversos artigos sobre a obra de outros artistas, nomeadamente em catálogos.
Tem exercido grande atividade como ilustrador de livros infantis e didáticos, para as Edições Asa, Porto Editora e Fundação Gulbenkian.





A exposição mantém-se patente até final do mês, no horário 9h00-12h30 e 14h00-20h00 (segunda-feira), 9h00-12h30 e 14h00-17h30 (terça a quinta-feira) e 9h00-12h30 (sexta-feira).

sábado, 7 de abril de 2012

PÁSCOA!

 poema com feliz pascoa
Com os pássaros,
Com o perfume das flores,
Por Março ou Abril,
A Páscoa há-de vir,
Como a Primavera
Anualmente renovada!

A Páscoa é calvário, paixão
Sofrimento, dor
Mas também fonte de renascimento
Festa, alegria infrene
Espalhada pelos campos
E pelas almas e pelos corações!

Páscoa é dádiva aos outros,
Como a nós mesmos, solidariedade
Recomeço de vida
Origem, regresso à terra
Hino ao pão, esplendor da amizade!

Pela Páscoa alongam-se os compassos
Pelas vielas das aldeias, ao som
Dos foguetes e das campainhas
Levando ao povo a mensagem
Da ressurreição, quer dizer
De uma nova vida, rente
À urgência de o ser de facto
Neste tempo de desafectos
Hipocrisias, falsidades
Amêndoas amargas!

Artur Coimbra
07/04/2012


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Um governo sem vergonha!|


Haverá alguém que ainda seja capaz de acreditar nestes aldrabões que nos governam?
Somam-se as patranhas, mentiras e intrujices de Passos Coelho, Vítor Gaspar, Relvas e comparsas. Um bando de embusteiros que gozam com a nossa cara, a pretexto da crise, do “memorando” e de outras fantasias que inventam para se manterem no poder.
Incompetentes é o que eles são, como se está a demonstrar à saciedade, nestes nove meses de poder, em que as coisas não param de piorar, como o desemprego, as falências, o custo de vida, o aumento de impostos, os cortes salariais!... O passado, francamente, não justifica tudas as asneiras a que assistimos diariamente. Já chega de  agitar os "fantasmas" do que passou. Sócrates morreu, politicamente. Não há necessidade de ser "ressuscitado" a cada momento, para justificar incompetências, incapacidades e inoperâncias, que é o que está a acontecer.
A mais recente, ao lado da insensibilidade social que patenteia escandalosamente perante o sofrimento dos mais débeis, tem a ver com o alargamento dos injustos e discriminatórios cortes dos subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos até 2015, e ainda assim “de forma gradual”…
O Ministro das Finanças havia afirmado em Outubro passado que o programa de ajustamento – que está a justificar todas as arbitrariedades sobre os portugueses – terminava em 2013. Agora vem dizer que foi um “lapso”, que se “enganou”… O que significa que, além de incompetente, é aldrabão, ele que até parece arrastadamente boa pessoa!
Que, afinal, o programa de ajustamento se prolonga até 2014 e que, por conseguinte, a “normalidade” só começa lá para o ano seguinte. Curiosamente, um ano de eleições, em que o PSD pensa que volta a ganhar. Só se os portugueses fossem cretinos!...
Enquanto os governantes nos ludibriam despudoradamente, a comunicação social a soldo do poder entretém-nos, como em autêntica e repetida novela, a ventilar uma fictícia “crise” no Partido Socialista, pelo facto de uma deputada furar a disciplina de voto. Como se isso não fosse uma prática corriqueira de outros partidos. Não se recordam que Ribeiro e Castro, da bancada da maioria (CDS), ainda há dias votou contra a alteração do Código do Trabalho que elimina o feriado nacional do 1º de Dezembro!... Mas, por esse caso, a comunicação social passou como raposa por vinha vindimada!... Não interessa mostrar fissuras no “bloco” da maioria. Agora, importa entreter a maralha sobre a alegada “dissidência” da deputada Isabel Moreira!... Não é clara, cristalina e abjecta a estratégia do poder e da comunicação que controla?!...
E, valha a verdade, votar contra as alterações ao Código do Trabalho – que vergonhosamente suprime a data fundadora do regime que temos, a República, o que deveria fazer corar de vergonha qualquer representante do povo, que se acoita no Parlamento e se porventura tivessem pudor – é um imperativo categórico de qualquer deputado que se preza, tão contrário aos trabalhadores, ao povo português, à História Pátria ele se apresenta.
Falar verdade é coisa que não quadra a esta gente que nos calhou na rifa!...
Apetece mandá-los para onde Mafoma mandou as botas, se soubessem o que isso é. Que vão mentir para outro lado. Emigrem para o Magreb, para Angola, para o Brasil, para onde mandam a nossa juventude, ou até para a Madeira, onde deverão ser recebidos a preceito, mas deixem-nos em paz!...
Já chega de demagogia barata e de falsas promessas!
Os portugueses não são imbecis como os governantes julgam!