domingo, 1 de julho de 2012

Justiça é o calcanhar de Aquiles da democracia!

1. Mais que em qualquer outro momento, é nas alturas de crise que os cidadãos mais sentem a necessidade de uma “Justiça justa”, passe a redundância, que os conforte das agruras dos cortes orçamentais e dos aumentos de impostos para financiar os famigerados “ajustamentos” que se tornaram inevitáveis devido aos excessos e aos erros dos políticos edos especuladores financeiros.
E o que os cidadãos não podem deixar de sentir, pelos exemplos que são de todos conhecidos, é que há duas justiças em Portugal: uma justiça para os pobres, que por uma bagatela são pronunciados e outra para os ricos que escapam à cadeia, mais facilmente do que o diabo foge da Cruz. E não acreditando na justiça, nem na consequente moralidade, em nada acreditam. Nem na democracia, obviamente! Por isso, é que já campeiam messianismos, sebastianismos, caudilhismos e ideias de que “no tempo de Salazar é que havia respeito e justiça!...
Sobre a (in)justiça, podemos falar dos casos dos políticos, de diferentes quadrantes: de Fátima Felgueiras ou de Valentim Loureiro. De recurso em recurso, intermináveis, foram levados até à absolvição final. Veredicto: inocentes, como anjinhos. Mas também de Isaltino Morais, condenado várias vezes, mas que através de golpadas legais sucessivas e recursos infindáveis, tem conseguido escapar às grades, na mira de uma breve prescrição das penas. E o certo é que, de recurso em recurso, porque tem muitos e bons cabedais financeiros e competentes causídicos, está a conseguir levar a água ao seu moinho.
É claro que estamos a falar de um escândalo nacional inaceitável. Porque a Justiça não pode ser o que está a ser: esta vergonha, esta sensação de que quem tem dinheiro safa-se e que quem não tem está tramado, este cancro que corrói o âmago da democracia e do regime instituído.
Vamos lembrar-nos de que, quando tomou posse, o actual procurador-geral da República, Pinto Monteiro, disse que não iria permitir uma justiça para ricos e outra para pobres. A realidade demonstra que não conseguiu ainda cumprir o que prometeu, quando se prepara para fechar a porta.
Na mesma linha, dá vontade de rir a declaração da actual ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, no sábado passado, ao JN, quando faz questão de sublinhar, para fazer um ilusório contraponto com o governo anterior, ou com outros que a precederam, como se estivesse a descobrir a pólvora, que “banqueiros e políticos já estão no banco dos réus” e que o “ambiente de impunidade está a terminar”.
Eu, que sou um simples escriba, bem gostaria de saber quais são os banqueiros e os políticos que a simpática ministra, que mais fala do que faz, conseguiu colocar no banco dos réus, em apenas um ano de mandato. Mas francamente não me ocorre o nome de nem um. Que banqueiro está no tribunal? Oliveira e Costa? Há quanto tempo, meu Deus!... E que político? Duarte Lima? Dias Loureiro? Arlindo Carvalho? José Neto? Isaltino Morais? Mas todos eles já vêm do tempo do arroz de quinze? Afinal, esta ministra não passa de publicidade enganosa!...

2. Que não há a sensação de justiça, nem de responsabilidade, neste país, francamente, não há. O país está numa lástima. Alguém provocou a situação, mas não há culpados. Todos sabemos que há derrapagens enormes nas obras públicas, mas ninguém é responsabilizado, como devia. As famosas parcerias público-privadas, que alguém assinou e sancionou, revertendo todos os riscos para o Estado e todos os lucros para os privados, têm buracos colossais, mas ninguém é responsabilizado. A Parque Escolar pagou obras que não foram feitas, como noticiou a imprensa, mas ninguém vai pagar por isso.
O sistema financeiro português é um dos grandes responsáveis pela crise que todos estamos a pagar, mas qual a penalização que tem por esse crime?
Enquanto em outros países (na América, por exemplo), há banqueiros presos, em Portugal, a banca é premiada com o reforço dos seus capitais, por imposição da capitalista troika, para melhor poder explorar os particulares e as empresas. É curioso como a troika se está marimbando para que as grandes ou as pequenas empresas vão à falência, mas os bancos é que não podem falecer. Faz tudo parte do sistema capitalista, que se alimenta sempre da especulação financeira. Pode um país não ter fábricas, nem escolas, nem centros de saúde. Mas os bancos é que não podem encerrar. É esta a lógica vampiresca dos “mercados”, que em Portugal está veiculada no memorando da troika e devidamente cumprida (e mais que cumprida, como se sabe) pelo governo da Nação!

3. Outra sensação patente no quotidiano é a da corrupção. E a de que se a justiça combatesse efectivamente a corrupção, os portugueses conseguiam viver melhor, pagar menos impostos e auferir melhor nível de vida.
Esta semana foi divulgado uma extorsão fraudulenta no Serviço Nacional de Saúde que pode chegar aos 100 milhões de euros, que incluía clínicos, delegados de informação médica e armazenistas.
E já nem falamos na Face Oculta. Nem no Freeport. Nem nos Submarinos, que até já motivaram prisões na Alemanha (mas aqui nada acontece, graças a Deus e às magnânimas leis que nos regem).
E tantos outros exemplos se poderiam ajuntar, todos eles dedicados a “furar” os cofres do Estado. A cultura deste país, do mais baixo ao mais alto, é, além da corrupção, a da fuga aos impostos, sempre que possível (sobretudo ao IVA). Compra-se um material de construção e não se passa factura. Faz-se uma obra e não se passa factura (se se pedisse, a obra ficava bem mais cara…). Vai-se a uma oficina e não se passa factura. Toma-se um café ou compram-se bolos e não se passa factura.
É claro que se todos cumprissem, os que pagam – e que a cultura dominante denomina de “otários” - pagariam bem menos. Mas a cultura dominante é a da fuga aos impostos e às obrigações...

4. Mas voltando às (in)justiças, o DN de sexta-feira passada, dá conta de que "O Estado vai assumir os créditos que o BPN concedeu a Duarte Lima e a Vítor Baía. No caso do ex-deputado estará em causa um crédito de 44 milhões de euros dado pelo BPN ao Fundo Homeland e que levou à detenção do advogado. No caso do ex-guarda-redes trata-se de terrenos rústicos, contas a descoberto e livranças por pagar, no valor de quatro milhões de euros".
Mas que país é este, afinal?
Estes vigaristas fazem as maiores falcatruas, andam aí na boa vida (Duarte Lima, já nem está preso...) e os portugueses agora é que vão pagar pelos buracos que deixaram?
Desde logo, me ocorrem duas coisas: gente desta (seja lá quem for, ou o nome que tiver na praça) deveria ser imediatamente presa e espoliada de todos os bens que ainda possua, para mitigar o prejuízo que vai causar a todos os cidadãos que vão ser obrigados a pagar por vigarices que não cometeram. Em qualquer país civilizado, isso aconteceria; não é lançar logo sobre os cidadãos, sem mais, o encargo de fazer pagar a factura de um crime que não cometeram.
Em segundo lugar: quem mandatou o governo para, em situações como esta, invariavelmente, fazer repercutir sobre todos os cidadãos as dívidas dos seus amigalhaços que se computam por milhões de euros. Porque não as vende as seus comparsas angolanos do BIC?
Um dia destes, vou comprar uma mansão na Quinta da Marinha, peço um empréstimo bancário, não pago e quero ver se o governo assume a minha dívida, que nem sequer será de tantos milhões assim?
Ou há portugueses de primeira e portugueses de segunda?
Nuns casos, o governo assume a dívida e noutros não? Que raio de governo é este?
Já agora, tambem é legítimo questionar: todos os dias vão empresas e famílias à falência, em resultado da crise que o governo não se cansa de agravar. Porque é que o Estado não assume as dívidas desta gente que não consegue ter dinheiro para pagar as prestações da casa ou os salários dos trabalhadores de pequenas fábricas, de valor incomensuravelmente menor que as vigarices colossais de Duarte Lima?
Isto sou eu a perguntar, obviamente, que não percebo nada disto?!...

sábado, 30 de junho de 2012

Viagem pelos Monumentos da cidade de Fafe (VI)

MONUMENTO AO EMPRESÁRIO
Da autoria do escultor Carlos Costa, o belíssimo e imponente Monumento ao Empresário foi inaugurado em 27 de Maio de 2000, pelo Secretário de Estado do Comércio, Osvaldo de Castro, no quadro das comemorações do 80º aniversário da Associação Comercial e Industrial de Fafe, Cabeceiras e Celorico de Basto.
Localizado na rotunda de Cavadas, o monumento foi financiado pela Câmara Municipal e o seu custo rondou, na altura, os 38 mil contos (190 000 euros).
O Monumento ao Empresário pretende homenagear os agentes económicos, os industriais e comerciantes que ao, longo dos anos, têm contribuído para o desenvolvimento do concelho. As colunas verticais apelam ao equilíbrio entre a produção e as vendas, enquanto a esfera armilar, no topo, simboliza a importação e a exportação dos produtos e a presença dos empresários no mundo. O lago circular personifica o mundo aberto sem fronteiras, numa leal concorrência de mercado, ideia amparada e abraçada, no monumento, pelos elementos simbólicos do empresário e da empresária. A calçada em pedra solta (granito da região), representa o percurso da vida empresarial.

Viagem pelos Monumentos da cidade de Fafe (V)

MONUMENTO AO 25 DE ABRIL
Para tornar as entradas da cidade mais aprazíveis e preenchendo uma lacuna que se fazia sentir desde a abertura ao trânsito da nova via IC5, em meados de 1998, a Câmara deliberou, nesse ano, edificar monumentos em cada uma das três rotundas localizadas nas principais entradas da cidade, organizando um concurso de ideias para a respectiva idealização. Desde logo ficou definido que os monumentos seriam constituídos por elementos escultóricos alusivos ao 25 de Abril (rotunda da Rua Cidade de Guimarães), ao Empresário (rotunda de Cavadas) e ao futuro (rotunda de Fornelos).
O primeiro a avançar foi o Monumento ao 25 de Abril, a propósito dos 25 anos daquela histórica data. Desenhado por Álvaro Oliveira Aguiar, ex-funcionário da autarquia e conceituado artista plástico, visa perpetuar nesta terra o exemplo maior do desenvolvimento, da modernidade e da melhoria das condições de vida que o regime democrático trouxe ao país em geral e ao concelho em particular.
O monumento comemorativo do 25º aniversário do 25 de Abril, data histórica que pretende homenagear, tem como epicentro a estilização de um cravo, em granito rosa, sugerindo pétalas abertas daquela flor, no topo de um conjunto de blocos formando um tronco, com rotação, indiciando nós. Em redor desse elemento central, implantam-se 25 pórticos, em tubo quadrado oxidado, que figuram os anos correspondentes aos decorridos entre 1974 e 1999.
A inauguração do hino à Liberdade, e à Democracia, ocorreu no dia 25 de Abril de 1999.

Nota: As fotos desta série de artigos são do colaborador deste blogue Manuel Meira Correia


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Viagem pelos Monumentos da cidade de Fafe (IV)

- MONUMENTO AO MÚSICO

É um dos monumentos menos conhecidos da cidade de Fafe, talvez pela sua localização periférica, que não pelo seu simbolismo.
Tal como o monumento que homenageia os Bombeiros, é também da autoria de António Santana, na altura técnico municipal, o projecto do Monumento ao Músico, implantado na Rua David Mourão Ferreira (ao lado da antiga Fábrica Alvorada).
A proposta da sua edificação tem a assinatura do então vereador Artur Coimbra (moi-même) que, em 20 de Outubro de 1982, há três décadas já, propôs que a Câmara deliberasse promover a construção, em local da Vila a estudar, do Monumento ao Músico, no sentido de, simbolicamente, perenizar tantos homens que, desinteressadamente, se dedicam, com talento e arte, à divulgação da música, ao mesmo tempo que são ‘mensageiros de Fafe’ e do seu concelho, para cujo engrandecimento e promoção muito têm contribuído.
Foi levantado naquele local nos anos 90 do século passado.
Representando um diapasão estilizado, o monumento pretende homenagear, simbolicamente, as conceituadas Bandas de Música de Golães e de Revelhe e, genericamente, todos quantos se dedicam à arte musical no concelho, nos grupos corais ou nos folclóricos, nos grupos de rock ou de música popular, nas tunas ou nos grupos de música ligeira.
E Fafe é, na verdade, uma terra de música, de músicos e de cultura, em termos gerais!..

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Festas do Concelho de Fafe marcadas por algumas novidades e pelos Expensive Soul

A realização da Feira das Coisas, Petiscos Associativos e Jardim Encantado da Fantasia, são as principais novidades das Festas do Concelho em honra de Nª Senhora de Antime que se realizam de 5 a 8 de Julho, e que incluem ainda as Festas do Concelho Gastronómicas, com a participação de 12 restaurantes de Fafe. O grande concerto de sábado à noite traz a Fafe os Expensive Soul.
O programa foi apresentado esta quarta-feira em conferência de imprensa, no auditório da Biblioteca Municipal.
“Temos um programa digno e à altura da solenidade e da tradição das festas do concelho”. Foi assim que o Presidente da Naturfafe, Vítor Moreira, começou por apresentar as festas deste ano.
Vítor Moreira realçou o carácter solene das festividades e lembrou mais uma vez o sacrifício da autarquia em assumir, através da Naturfafe, as festas do concelho, num ano em que, mais do que nunca, é necessário muita contenção nas despesas. Ficou assumido que haverá uma redução orçamental de 10% em relação ao ano passado. “Não podemos gastar mais de 120.000 euros” – disse.
A Feira das Coisas mereceu um destaque especial, com a “esperança de que corra pelo melhor. A nossa intenção é manter este certame uma vez por mês, facilitando aos nossos pequenos agricultores colocar os seus produtos à venda directamente aos consumidores, assim como a possibilidade de outros interessados colocarem em exposição as suas velharias, trocando-as ou vendendo-as como se tratasse de um mercado livre. Esta é a nossa ideia, mas vamos ver como corre”.
Outra aposta é nos “Petiscos Associativos” que vão permitir às associações do concelho a possibilidade de angariar fundos para as suas atividades. “Este ano é para experimentar e convidamos 7 associações do concelho. Se correr bem, vamos alargar o evento para o próximo ano a mais associações” – disse o presidente da Naturfafe. Neste espaço, sempre que for necessário, haverá música e actuações ao vivo.
Uma outra referência e novidade é o programa estabelecido para o sábado à tarde no Jardim do Calvário. Trata-se do Jardim Encantado da Fantasia que vai levar àquele espaço um mundo mágico com a presença de estátuas vivas de personagens da nossa imaginação (Príncipe, Branca de Neve e os sete anões, Peter Pan, Sininho, etc), interligadas com a leitura de poesia e a música ao vivo.
Destaque para o dia 08 com o concerto Musical pelo Grupo “Expensive Soul & Jaguar Band”, o espetáculo de pirotecnia “Águas Dançantes”, um verdadeiro hino à imaginação e graciosidade. De igual modo, destaque para a XVIII Mostra de Folclore de Fafe, vai que vai decorrer na Praça 25 de Abril.
Como habitualmente, decorrerá na Igreja Nova o Encontro de Coros, nas noites de sexta-feira e sábado.
Mas o grande momento das festas é sem dúvida a procissão de Nª. Sª. de Antime, no domingo, dia 08, que continua a atrair muitas dezenas de milhares de fiéis provenientes de todo o país e a verdadeira essência das festas.
A actuação das Bandas de Golães e Revelhe (em despique) e este ano, mais uma vez, a Marcha Luminosa, com centenas de figurantes e cerca de uma dezena de carros alegóricos, antecedidos de uma grandiosa sessão de fogo de artifício que encerrarão as festas são outros momentos de destaque.
De relevar igualmente o evento “Festas do Concelho Gastronómicas”.
Segundo Sílvia Fernandes, “o certame visa a promoção da gastronomia tradicional do Concelho e muito particularmente a divulgação do assado regional de vitela; anho e cabrito, prato festivo habitualmente consumido nas Festas do Concelho”.

Programa das Festas

05 de Julho - Quinta-feira 

20H30 - Inauguração dos “Petiscos Associativos” na Prç. Mártires do Fascismo
22H00 - Atuação do grupo Di Matt Band

6 de Julho - Sexta-feira

Festas do Concelho Gastronómicas - 6, 7 e 8 de julho
20H30 - Abertura dos Petiscos Associativos
21H30 - Encontro de Coros (Igreja Nova)
22H00 - Espectáculo com o grupo Los Mariachis  (Prç. Mártires do Fascismo)
23H00 - Espectáculo Musical com Uxukalhos + DJ Peter F  e DJ Local (Praça Mártires do Fascismo)
00H00 - Fados de Coimbra Trovas do Minho (Teatro-Cinema)

7 de Julho - Sábado

08H30/12H30 - Feira das Coisas (Rua António Saldanha)
10H00 - Torneio Street Basquete Cidade de Fafe (Torre do Relógio)
10H00 - Animação de rua - Estátuas Vivas e música ao vivo pela  Cidade
14H00 - Grande Prémio Ciclismo do Minho
14H30 - Abertura dos Petiscos Associativos
15H00 - XII Passeio de Cicloturismo U.D.A.R. de Quinchães
15H00- Jardim Encantado da Fantasia – Estátuas Vivas,  concertos musicais e declamação de Poesia - Jardim do Calvário
21H00 - Desfile dos ranchos participantes na Mostra de Folclore (Centro da Cidade)
21H30 - Encontro de Coros (Igreja Nova)
21H30 - Mostra de Folclore de Fafe (Praça 25 de Abril)
22H00 - Espetáculo com o grupo “Expensive Soul & Jaguar Band” (Praça Mártires do Fascismo)
24H00 - Águas Dançantes– Espectáculo de água, música, luz e pirotecnia (Av. 5 de Outubro)
00H30/01H30 - The konnectors e Marcio aka Dj Bat (Prç. Mártires do Fascismo)

8 de Julho - Domingo

08H30 - Missa Solene na Igreja Paroquial de Antime
10H00/19H00 - Animação de rua com Estátuas Vivas
10H00 - Abertura dos Petiscos Associativos
10H00 - Procissão de Nossa Senhora das Dores (Saída de Fafe em direcção a Antime)
10H00 - Procissão de Nossa Senhora da Misericórdia (Saída de Antime em direcção a Fafe)
10H30 - Encontro das duas procissões na Ponte de S. José.
11H30 - Chegada da Procissão à Câmara Municipal (Largada de Pombos – Sessão de Fogo)
12H00 - Chegada da Procissão à Igreja Nova (Missa Solene)
15H00/19H00 - Concerto das Bandas Filarmónicas de Golães e Revelhe (centro da cidade)
18H00 - Regresso da Procissão de Nossa Senhora da Misericórdia (Saída da Igreja Nova em direcção a Antime)
18H30 - Cerimónia do Adeus -  Horto
21H00 - Concerto das Bandas Filarmónicas de Golães e Revelhe (Centro Cidade)
23H00 - Fogo de Artifício - Centro da Cidade
23H15 - Marcha Luminosa

Fonte: Naturfafe


Viagem pelos Monumentos da Cidade de Fafe (III)

MONUMENTO AO BOMBEIRO - FÉNIX RENASCIDA
A construção do Monumento ao Bombeiro foi aprovada pela Câmara Municipal de Fafe em reunião realizada em 6 de Outubro de 1982, sob proposta do então Vereador e Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fafe, Prof. Humberto Gonçalves. Com aquela iniciativa, pretende-se prestar dessa forma marcante, digna e perene uma homenagem justa, devida e merecida aos Bombeiros de Portugal em geral e aos Bombeiros de Fafe, em particular, por tudo quanto em prol da comunidade fazem e por todo o relevante esforço na defesa do homem, da sociedade e do ideal colectivo colocam, como verdadeiros e indefectíveis soldados da Paz.
O projecto foi aprovado em 22 de Novembro de 1989 pelo Executivo e a obra adjudicada em 7 de Fevereiro seguinte, elevando-se o seu custo a 8 300 contos.
O Monumento, que mede sete metros de altura, foi inaugurado em 19 de Abril de 1991, na rotunda ao cimo da Avenida do Brasil.
É autor do projecto o artista António Santana e com ele pretende representar, de forma estilizada, a Fénix Renascida, um dos símbolos mais emblemáticos dos bombeiros portugueses. 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Sónia Silva lança livro infantil (Tomé) quinta-feira na Biblioteca Municipal de Fafe

Tomé é a designação do livro para a infância da autoria de Sónia Micaela Noval Silva que é apresentado esta quinta-feira, 28 de Junho, no auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, pelas 21h30.
A apresentação da obra está a cargo de Emília Almeida que, no prefácio, refere que, “com recurso a uma linguagem textual leve, mas apelativa, mobilizadora de sentimentos, sentidos e emoções, a autora do conto intitulado Tomé, Sónia Silva, dá-nos a possibilidade, através da leitura do seu texto, de abrirmos o nosso entendimento à infinita torrente de sensações e múltiplas dimensões da componente psicológica da vida interior de uma criança”. Emília Almeida considera o livro de estreia de Sónia Silva “autêntico hino de amor, modelo de confiança, singelo exemplo de respeito, e genuíno testemunho de carinho e simbólico ato de celebração condigna da dignidade que deve enformar o coração de cada homem e mulher de boa vontade”.
A autora nasceu a 17 de Outubro de 1975 em Azurém, Guimarães. Concluiu a licenciatura em professores do ensino básico 2º ciclo na variante Português/Inglês, pelo Instituto Superior de Ciências Educativas, em 1999 e a pós graduação em Supervisão Pedagógica de Línguas Estrangeiras em 2010, pela Universidade do Minho.
Neste momento é professora do 1º ciclo no Agrupamento de Escolas Professor Carlos Teixeira (EB1 do Santo).