quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Exposição de pintura do galego Mario Iglesias abre sábado na Casa da Cultura de Fafe



O artista galego Mario Iglesias expõe um conjunto de duas dezenas de belíssimas obras suas na Casa Municipal de Cultura de Fafe, a partir deste sábado, 24 de Novembro.
A inauguração da exposição ocorre pelas 17h30, com a presença do pintor, que é também cineasta.
A exposição – que se mantém patente até 21 de Dezembro, no horário habitual - enquadra-se nas VII Jornadas de Cinema e Audiovisual de Fafe e II Fafe Film Fest, organizadas pelo Cineclube e pela Câmara Municipal de Fafe.
Mario Iglesias González, natural de Pontevedra (1962) é licenciado em Belas Artes pela Universidade de Vigo. Começou o seu percurso no audiovisual e, nos finais dos anos 90 iniciou-se no mundo das curtas-metragens, sendo premiado desde logo em diferentes festivais (“II Certame Internacional de Cinema Comprimido Notodofilmfest”; “Festivalito” de La Palma; “7º Concurso de Curtas-metragens Versão Espanhola/ SGAE”; “Festival de Málaga”, entre outros). Realizou até agora 14 curtas-metragens, desde 1996. É a partir do ano 2005 que começa a realizar longas-metragens. Escreveu o guião, realizou a direcção e a montagem de sete longas-metragens, entre as quais o filme “Relatos”, selecionado na Secção Oficial do Festival de Tóquio, sessão” Made in Spain” qualificado pela International Film Guide entre as cinco melhores películas espanholas de 2009 e que esta sexta-feira à noite é apresentado na Sala Manoel de Oliveira, em Fafe, com a presença do realizador.
Mario Iglesias já conquistou dezenas de galardões pelos seus filmes. Em 2011, o mesmo filme “Relatos” obteve o Prémio melhor filme no festival “Primavera de Cine”, Vigo. No ano anterior, a película obtivera o segundo prémio para melhor longa-metragem no Digital Internacional Film Festival, de Viña del Mar, Chile.





 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Fafe geminou-se com a cidade de Sens (França)



No domingo, 18 de Novembro, coroando uma série de encontros preparatórios entre as partes, realizou-se, no salão nobre da Mairie de Sens, em França, a cerimónia de geminação entre as localidades de Sens e de Fafe.
A assinatura do protocolo foi protagonizada pelos Presidentes do Município de Fafe, José Ribeiro, e de Sens, Daniel Paris, acompanhados por Pedro Lourtie, Cônsul Geral de Portugal em Paris.
A comitiva da cidade de Fafe incluiu ainda os vereadores Vitor Moreira, Leonel Castro e Fernanda Castro, bem como a secretária da Assembleia Municipal, Sílvia Soares.
Da parte de Sens, estiveram também presentes Marie-Paule Chappuit, primeira-Adjunta do maire de Sens, responsável pelas relações internacionais, assim como vários conselheiros municipais, entre eles Manuela Godinho, originária de Fafe e que esteve na origem desta geminação.
Na sua intervenção, e segundo o lusojornal.com, José Ribeiro salientou “o acto cordial desta geminação entre as cidades de Sens e de Fafe que traduzem a colaboração e o entendimento entre Portugal e França, entre os dois povos, na Europa em geral, na sua importância porque contribuem para perpetuar a paz entre os povos”. Salientou o empenho formidável de Manuela Godinho no restabelecimento do diálogo entre os dois municípios, numa iniciativa já proposta em 2000, e também o apoio dado pelo Consulado Geral de Portugal em Paris. “Esta geminação vai de encontro às aspirações dos fafenses que constituem uma parte importante da população portuguesa em Sens”. Terminou, agradecendo a presença do Cônsul Geral, Pedro Lourtie, que apadrinhou o acto, a disponibilidade do Maire, que se deslocou a Fafe em Julho deste ano e sem cuja decisão final tal cerimónia não teria lugar.
Por sua vez, o maire Daniel Paris, dirigindo-se aos portugueses, em particular, salientou os valores da nossa língua, do nosso passado, desde o século XVI, da nossa história. E lembrou que, desde os anos 60, muitos portugueses foram para Sens, muitos deles oriundos de Fafe e que pode estimar-se que entre 10% e 15% da população de Sens é de origem fafense. “Aliás, até mesmo quando visitei Fafe encontrei Portugueses de Sens. Mas vi sobretudo uma cidade extraordinária, uma qualidade de vida, um dinamismo”.
O Maire de Sens agradeceu com palavras de muito apreço uma fonte em aço inoxidável, obra escultural de mobiliário urbano com um design arrojado que lhe foi oferecida pelo empresário fafense Jorge Freitas, a qual vai ficar em funcionamento no interior da mairie de Sens (cf. lusojornal.com).
No rescaldo da visita, o presidente da Câmara de Fafe, José Ribeiro, considera que “foi uma grande jornada de afirmação e promoção de Fafe, uma bonita e grande festa proporcionada pela presença de ranchos folclóricos portugueses de duas associações portuguesas e ainda pela presença maciça de fafenses e portugueses residentes em Sens e na região”.
Refere ainda que participou no encontro das cidades geminadas com Sens (Lorräch, Alemanha; Senigallia, Itália; Chester, Inglaterra e Vyshgorod, Ucrânia), o qual será realizado em Fafe em 2013, ano em que a cidade de Fafe acolherá igualmente os jogos desportivos da juventude das cidades geminadas.
“Creio que estivemos à altura das nossas responsabilidades, que granjeámos a simpatia de todos os outros e o carinho e admiração do Maire e da mairie de Sens, tão importante para o sucesso da cooperação que ora iniciámos e que queremos desenvolver” – sublinha o autarca fafense.
Em consequência, a Câmara de Fafe vai aprovar esta quinta-feira um voto de agradecimento ao maire de Sens e á sua equipa, bem como ao Cônsul de Portugal em Paris, que a acompanhou, e à conterrânea Manuela Godinho, “que foi incansável para o êxito desta geminação”.





 

seBENTA: O melhor do rock!... no Teatro-Cinema de Fafe este sábado à noite


A conhecida banda seBENTA atua no Teatro-Cinema de Fafe, este sábado, 24 de Novembro, a partir das 21h30, no âmbito da programação desta mítica sala de espectáculos.
Os bilhetes, ao preço de apenas 3 euros, encontram-se à venda no Posto de Turismo ou no próprio teatro, à hora do concerto.
O espetáculo da banda, constituída pelos músicos Paulecas (voz e baixo), Fadista (bateria) e Quico (guitarra e vozes), insere-se também no âmbito da animação das VII Jornadas de Cinema e Audiovisual de Fafe, que decorre até domingo, nesta cidade.
Os seBENTA foram-nos habituando a seguir as suas canções em entoados refrões que se propagam cada vez que pisam um palco ou lançam um álbum. Mais uma vez a marca inconfundível da banda está patente neste novo trabalho “coração parte um”, gravado entre Janeiro e Setembro deste ano e masterizado nos estúdios Masterdisk, em Nova Iorque – mais um excelente álbum de rock!
Para além de um grito, o novo álbum traz-nos a força de um “Quem Disse”, a esperança de uma “Flecha Certeira”, o escape de uma “Fuga Eterna”, bem como “Agora, o silêncio necessário”, música com letra de José Luís Peixoto, que acompanha a banda desde o seu início e faz questão de salientar a originalidade dos seBENTA ao finalizarem todos os álbuns com um poema seu, declamado pela atriz Margarida Cardeal. Desta vez a banda não só finaliza o disco com o referido poema, como aproveitou a oportunidade de fazer uma canção do mesmo, podendo vir a tornar-se um dos grandes singles incluídos em “coração parte um”.

Registando já diversos êxitos de rádio e de público, a banda tem vindo a incluir alguns dos seus temas nas mais emblemáticas séries televisivas de grande audiência.
Os seBENTA com tantas provas dadas continuam a fazer dos seus concertos momentos únicos e imperdíveis! Desde o início do ano, a banda que “Grita Pelo Nosso Amor” tem sido contagiada com a energia recebida pelo público em mais de 30 espectáculos!
Estão a atravessar um grande momento, e este é um grande álbum, certamente benéfico ao coração de quem o ouvir…
Amor com amor se paga... Os seBENTA retribuem com o melhor rock português!
 
José Luís Peixoto
“...tive a oportunidade de trabalhar nos discos dos seBENTA, foi um conceito original, que me deu muito prazer, e é um prazer ter um pózinho de seBENTA...Também!”
 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Indústrias Culturais e Criativas em Espaço Rural – Conferência na Biblioteca Municipal de Fafe


LOCAL: Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe
DATA: 22 de Novembro de 2012
HORÁRIO: das 14 às 18 horas

No âmbito do Programa para a Rede Rural Nacional (PRRN), nove associações de desenvolvimento local da Região Norte de Portugal, entre as quais a Adriminho, Adril, Atahca, SoldoAve, Adersousa, Dolmen, Adrimag, Adritem e Probasto, constituíram uma parceria e submeteram uma candidatura denominada «ICCER- Indústrias Culturais e Criativas em Espaço Rural», na Área de Intervenção 1 – Capitalização de Experiência e de Conhecimento. Trata-se de uma iniciativa comunitária promovida pelo Ministério Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território e cofinanciada pelo FEADER.
No contexto deste projecto foram já realizadas três conferências que versaram a realidade dos «Empresários Criativos», as «Estruturas de Apoio à Cultura e à Criatividade/Empreendedorismo Criativo», os «Eventos Criativos e Programação». Chegou agora o momento de encerrarem este ciclo de conferências com a 4ª Conferência subordinada ao tema «Criatividade e as Artes e Produtos Tradicionais/Património Material e Imaterial», com a apresentação de experiências e projectos dentro dos territórios da parceria.
 
PROGRAMA
 
14h00m - Recepção dos participantes
Moderadora: Coordenadora do GAL da SOLDOAVE
Abertura
14h30m – José Manuel Martins Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal de Fafe
14h40m - Ponto de situação do projecto ICCER – Paulo Queiroz
14h50m – As Indústrias Criativas no Norte de Portugal – Dra. Cristina Farinha, Directora Executiva da ADDICT *
1º Painel – Artesanato e Indústrias Tradicionais
15h00m – As Capuchinhas de Castro Daire – Henriqueta Félix 
15h15m – Os Lenços de Namorados – Dra. Júlia Rodrigues, Presidente da Aliança Artesanal *
15h30m – Olaria de Barcelos – novas abordagens a uma arte tradicional - Cláudia Milhazes *
15h45 m – Pólo Criativo do Design Mobiliário – explorar a inovação em zonas peri-urbanas Celso Ferreira, Presidente da Câmara Municipal de Paredes
16h00m – Debate
16h15m – Degustação de produtos da gastronomia rural
2º Painel – Inovar a partir do Património Rural
16h45m – Criar a partir dos sabores e produtos tradicionais - Chefe Hélio Loureiro *
17h00m – Rota do Alvarinho – o vinho o turismo e a animação cultural num só produto – Pedro Barbosa
17h15m – Restaurante Engaço – um conceito urbano no espaço rural? – Helder da Rocha
17h30m - Aldeia do Pontido - recuperar o património, animar a economia local - Raul Rebelo Cunha
17h45m – Museu do Moinho e do Povo de Aboim – cultivar a memória – Jorge Miranda
18h00m – Debate
18h15m – Encerramento
*  a confirmar

domingo, 18 de novembro de 2012

“UMA GUITARRA & DEZ CANÇÕES DE AMOR” – GRANDE ESPECTÁCULO NO TEATRO-CINEMA DE FAFE



A noite deste sábado, 17 de Novembro, ficou marcada por um grande espectáculo no Teatro-Cinema de Fafe. Um evento de características diferentes, que cruzou a música, a poesia e a declamação.
"Uma Guitarra & Dez Canções de Amor" – assim se chamava – era, em substância, a celebração do amor nas suas múltiplas vertentes, juntando em palco a extraordinária cantora Vânia Fernandes, na voz, e António Côrte-Real (UHF), na guitarra. Completava o trio de artistas, o actor Pedro Giestas, que interpretou momentos poéticos de autores de expressão portuguesa (Vinícius de Morais, Almada Negreiros, Eugénio de Andrade e Fernando Pessoa), bem como de um autor local (Artur Coimbra) e de quatro jovens participantes no concurso de poesia sob a epígrafe “O melhor do mundo é o amor”, que a autarquia promoveu junto do público escolar, do 7º ao 12º ano. O tema do concurso era o “Amor”, sob todas as suas formas e em sentido lato, designadamente, ao homem e à mulher, à mãe, ao pai, à natureza, à paz, etc. Foram produzidas 64 poesias. A autarquia oferecia um bilhete grátis para todos os participantes, bem como um livro e um CD mas, infelizmente, poucos jovens apareceram para fruir desses brindes.
Ao longo de uma hora e meia, homenageando os grandes temas do cancioneiro português que abordam o amor nos seus diversos caminhos, Vânia Fernandes interpretou, magistralmente, uma dezena de canções conhecidas, como “Canção do Engate” (António Variações), “Aquele inverno”, (Delfins) “Sempre que o amor me quiser” (Lena D’Água), “Tonto”, “Todo o tempo do mundo” (Rui Veloso), “Leve beijo triste” (Paulo Gonzo) e “És como és” (António Corte Real). Entretanto, já na parte final do espectáculo, entrou em palco o Coro dos Pais e Amigos da Academia de Música José Atalaya, sob a direcção do maestro Tiago, para interpretar os belíssimos temas “Se te amo” (Quinta do Bill) e “Aprender a ser feliz” (Pólo Norte), a que acrescentou uma canção zulu sobre a caminhada para a liberdade.
Vânia Fernandes interpretou ainda o tema “Perdidamente”, de João Gil e, em encore, a canção “Toca-me” (UHF). O excelente concerto terminou com a repetição do tema “Se te amo”, novamente com a presença do Coro, em excelente forma.
Uma noite linda! Um espectáculo fabuloso!
 
Fotos: Manuel Meira Correia






sábado, 17 de novembro de 2012

Greve por patriotismo!


1. Como milhares de outros trabalhadores, com elevado sentido “patriótico”, tive a coragem de participar na greve geral (ou nem por isso...) desta quarta-feira, que colocou o país a funcionar a meio gás, paralisando em grande parte os transportes, as escolas, hospitais, autarquias e outros serviços. Aliás, o protesto foi europeu, convocado pela Confederação Europeia de Sindicatos, com manifestações em duas dezenas de países da União Europeia e paralisações gerais em Espanha, na Grécia, em Chipre e em Malta.
Aderi à greve porque, num momento extraordinariamente difícil da nossa vida colectiva, entendi contribuir com “um dia de salário para a Nação”. Fiquei sem ele no meu bolso e a minha entidade patronal poupou assim um dia de ordenado, contribuindo deste modo para o esforço de contenção da despesa pública.
Se Paulo Portas, há uns dias, não quis sair do governo alegando “razões patrióticas”, eu também tenho o direito de fazer o mesmo, negando-me a trabalhar por um dia (excepção feita a esta crónica, ainda que tenha pensado seriamente entrar em greve também ao computador e deixar em branco a “Escrita” desta semana, mas o dever falou mais alto, bem como a extrema consideração pelo director e pelos leitores), para que haja mais dinheiro nos cofres do erário público. E bem de maquias estão necessitados…
A greve desta quarta-feira só pode ter sido levada a cabo por “razões patrióticas”.
Porque nas suas motivações esteve protestar contra a bárbara política de austeridade do governo e da tróica, de que aquele é zeloso feitor, concretizada no saque constante nos salários e nos subsídios, no aumento da carga fiscal, no congelamento dos ordenados e das promoções, na redução do valor do trabalho, nos despedimentos de 50% dos trabalhadores contratados nas autarquias e de 2% dos trabalhadores dos quadros (para quem assegurava que na função pública não há despedimentos, até que não está mal…), na privatização dos serviços públicos e de empresas estruturantes, na destruição do poder local (extinção de freguesias e outros ataques), no aumento da idade de reforma. Enfim, no empobrecimento progressivo dos portugueses em geral, na desqualificação do factor trabalho da economia (ao contrário do capital, que permanece quase intocável, nos seus paradigmas essenciais), na insegurança e indefinição quanto ao presente e ao futuro.
Em causa está o ataque do sistema financeiro e da agenda política europeia ao Estado Social, não apenas português mas europeu que, queiram ou não os seus detractores, esteve na base da manutenção da democracia e da paz no continente.
Em Portugal, é uma personalidade insuspeita como o professor Adriano Moreira a proclamar que “o Estado Social, hoje, está a ser posto em causa”, declarando ainda que “o que está a acontecer, com a orientação que Angela Merkel professa, é atirar a esperança pela janela. Nunca vi uma situação tão severa na vida portuguesa, como hoje”. E do alto da experiência de 90 anos e do seu estudo de décadas sobre a realidade portuguesa, o conceituado professor reitera que o país se encontra “em regime de protectorado” é conclui: “é uma injustiça que o povo português seja chamado a pagar a dívida chamada soberana, mas depois tenha de pagar a dívida municipal, a dívida das concessões que o Estado fez, a dívida da casa e, depois, esteja despedido”.
Por estas razões, altamente patrióticas e nacionais, a greve de quarta-feira fez todo o sentido. Os portugueses têm de mostrar a quem os (des)governa que não estão dispostos a ser escravos, para que Passos Coelho se ufane do seu papel de subserviente “bom aluno” da chanceler alemã.
Alemanha que lucra imenso com as dificuldades portuguesas, mais de um milhão de euros por dia, como refere o Correio da Manhã da passada terça-feira. Grande “amiga”, essa Merkel!...
 
2. Andam as águas agitadas para o lado da Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar contra a Fome e da Federação Europeia dos Bancos Alimentares. Mas não se percebem as razões, a não ser pelo clima de nervosismo e de exaltação que campeia neste momento. Porque o que a senhora referiu, em entrevista, não é nada mais do que o que diariamente ouvimos nos meios políticos e até nas conversas familiares. Que é necessário “reaprender a viver mais pobres”, dadas as circunstâncias económicas do país, que há necessidade de contenção de despesas, que “se não temos dinheiro para comer bifes todos os dias, não podemos comer bifes todos os dias”.
Mas onde está a infâmia destas declarações que levam alguns dos críticos a falar em “lavar o sangue que lhe escorre das mãos”!... Anda tudo louco, meu Deus!
E o tempo e voluntarismo que Isabel Jonet tem dedicado ao Banco Alimentar não conta para nada?
É óbvio que não. É mais fácil e mediático criticar umas declarações que poderão ser infelizes, mas que não saem do paradigma da normalidade, do que fazer algo de positivo pela sociedade!... Não consta que os acerbos críticos da senhora tenham a sua obra meritória em favor dos mais desprotegidos!...
 
(In Povo de Fafe, 16/11/2012)

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

“Uma guitarra & Dez canções de amor” - Espectáculo este sábado no Teatro-Cinema de Fafe


Preço: 3 €
Duração: 60
Classificação: M/6
 
A programação do Teatro-Cinema de Fafe prossegue este sábado à noite, 17 de Novembro, a partir das 21h30, com um espectáculo de características diferentes, que cruza a música, a poesia e a declamação.
"Uma Guitarra & Dez Canções de Amor" é a celebração do amor nas suas múltiplas vertentes, juntando em palco Vânia Fernandes, na voz, e António Côrte-Real (UHF), na guitarra.
Homenageando os grandes temas do cancioneiro português que abordam o amor nos seus diversos caminhos, este espectáculo tem também momentos poéticos que são interpretados pelo actor Pedro Giestas, completamente espontâneos, num reconhecimento aos grandes poemas e poetas portugueses.
Associado a este espectáculo, a autarquia promoveu um concurso de poesia sob a epígrafe “O melhor do mundo é o amor”, destinado ao público escolar, do 7º ao 12º ano das escolas do concelho. O tema do concurso é o “Amor”, em sentido lato, designadamente, ao homem e à mulher, à mãe, ao pai, à natureza, à paz, etc.
Os autores dos melhores trabalhos serão premiados com um bilhete para o espectáculo “Uma Guitarra & Dez Canções de Amor”, bem como com edições bibliográficas da autarquia. Será também possibilitado o contacto dos concorrentes premiados com os artistas do espectáculo e até poderão ouvir os seus poemas na voz do Pedro Giestas!